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Greve encerra escolas e limita saúde aos serviços mínimos na região

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
12.11.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
12.11.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Greve encerra escolas e limita saúde aos serviços mínimos na região

A greve da Função Pública desta sexta-feira (12 de novembro) motivou o encerramento de várias escolas na região.

A paralisação é realizada para reivindicar aumentos salariais para os funcionários públicos. O sindicalista Francisco Almeida, coordenador da União dos Sindicatos de Viseu, faz um balanço positivo e fala numa “adesão quase completa” no setor da educação, que é dos mais atingidos.

“Praticamente não há aulas no distrito de Viseu. Não há aulas em Santa Comba Dão e em Penedono. Em Viseu, estão fechadas as escolas Azeredo Perdigão, Alves Martins, Grão Vasco, João de Barros, Infante D. Henrique e do Viso. Em Tondela, a Escola EB1 está encerrada assim como na zona do Caramulo. O mesmo aconteceu em Carregal do Sal, com a Secundária, a EB 2,3 e a Básica Integrada de Cabanas de Viriato”, afirma.

Além das escolas, também estão fechados jardins de infância como o jardim Aquilino Ribeiro em Viseu, além de outros como em Nelas.

Já na saúde, o Centro Hospitalar Tondela-Viseu tem vários setores reduzidos aos serviços mínimos, acrescenta Francisco Almeida. Também algumas unidades de saúde familiar tiveram que fechar portas, essencialmente por falta do pessoal administrativo.

Nos SMAS Viseu a adesão também é significativa, garante.

Francisco Almeida diz-se satisfeito com a resposta dos funcionários públicos a este protesto.

“Estamos na presença de uma grande greve dos trabalhadores da Administração Pública, demonstrando que as reclamações são justas e são aquelas que os trabalhadores sentem”, afirma recordando que a Função Pública não tem praticamente aumentos salariais há 12 anos.

O sindicalista também lembra que as carreiras têm estado bloqueadas na educação e nas autarquias, onde há também falta de pagamento do subsídio de risco, e critica o modelo atual da avaliação do desempenho com as quotas.

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