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Académico joga sempre fora e isso valoriza mais o percurso, defende Carlos Agostinho

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
18.11.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
18.11.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Académico joga sempre fora e isso valoriza mais o percurso, defende Carlos Agostinho

O Académico de Viseu continua a preparar o regresso ao campeonato da Segunda Liga. A equipa não joga no próximo fim de semana a Taça de Portugal – foi eliminada em Paredes, e só entrará em campo no sábado, dia 27 de novembro quando receber, em Aveiro, o Vilafranquense.

“O Académico tem estado sempre a jogar fora. Aveiro não é o campo do Académico e quando voltar ao Fontelo eu estou convencido que será para melhorar. Quer queiramos, quer não esse fator vai pesar. Estar sempre a jogar fora, valoriza mais os pontos que conseguem ter. E está a fazer mais do que o que estávamos à espera”, aponta Carlos Agostinho.

O facto é que, com o Fontelo em obras, nos últimos meses jogar em casa ou fora tem sido igual para o Académico. Apesar dessa instabilidade, Carlos Agostinho defende que o plantel do Académico dá garantias. “Ao longo destas últimas jornadas, o plantel melhorou. Penso que o Académico tem jogadores para lutar em qualquer campo pela vitória. Prova disso foi que ganhou ao Leixões e ao Rio Ave que, teoricamente, são dois candidatos à subida”, assinala.

Na opinião do comentador do Jornal do Centro este é um campeonato em que há muita incerteza nos resultados. “É muito competitivo. Não adianta fazer previsões muito para além do próximo jogo. Nós sabemos que qualquer equipa pode ganhar ao primeiro classificado sem qualquer dúvida”, concretiza.

Sobre o percurso até agora feito pelos viseenses na Segunda Liga, Carlos Agostinho descreve-o como irregular. “Nesta Liga nada é seguro. Estar a seis pontos da subida ou da descida de nada vale. São duas jornadas… O Académico é uma equipa que tem feito um conjunto de dois ou três bons resultados, mas que, depois, acaba por fazer dois ou três não tão bem conseguidos. No entanto, se repararmos, tirando duas ou três equipas, o campeonato passa muito por isso”, afirma o antigo técnico, adiantando ainda que no último terço do campeonato será decisivo perceber em que lugar e quantos pontos conquistou o clube viseense na Segunda Liga.

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