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Conclusão das obras na Linha da Beira Alta está atrasada dois anos

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 Antigo diretor da psiquiatria em Viseu Fidalgo Freitas morreu aos 78 anos
18.11.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Antigo diretor da psiquiatria em Viseu Fidalgo Freitas morreu aos 78 anos
18.11.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Conclusão das obras na Linha da Beira Alta está atrasada dois anos

O projeto da modernização da Linha da Beira Alta está atrasado cerca de dois anos face ao prazo inicialmente previsto de conclusão.

O projeto, orçado em 300 milhões de euros e que prevê a modernização de cerca de 190 quilómetros da linha, só poderá estar em condições de ficar pronto a partir de 2023. Deveria ter ficado concluído em dezembro de 2019.

A obra está integrada no programa de investimentos Ferrovia 2020, que não será integralmente cumprido nesse ano limite para a obtenção dos fundos comunitários às quais o plano se candidatou.

No entanto, a Infraestruturas de Portugal quer lançar todas as obras ainda em falta para conseguir obter o máximo dos fundos aprovados no âmbito do Ferrovia 2020, incluindo obras que já estão em andamento como a Linha da Beira Alta.

As obras já terão de ser pagas pelo programa Portugal 2030 a partir de janeiro de 2023, segundo avança o Público na edição desta quinta-feira (18 de novembro).

No passado mês de outubro, a Infraestruturas de Portugal Consignado último troço para a modernização da Linha da Beira Alta, num investimento de 57,6 milhões de euros.

Autarca de Mangualde destaca obra

Entretanto, o presidente da Câmara de Mangualde, Marco Almeida, esteve presente na quarta-feira (17 de novembro) nos trabalhos de análise do plano de emergência da obra no troço que liga o concelho a Celorico da Beira e na definição dos pontos de encontro para procedimentos gerais de atuação em caso de acidente.

Segundo frisa a Câmara em comunicado, as obras da modernização do troço irão “permitir reforçar a ligação do Norte e Centro de Portugal com a Europa, procurando viabilizar um transporte ferroviário de mercadorias eficiente e potenciando o aumento da competitividade da economia nacional”.

A obra pretende alcançar uma redução de mais de 120 milhões de toneladas de equivalentes de dióxido de carbono até 2046 e aumentar em cerca de 20 por cento o número de comboios a circular por ano e em 26 por cento o número de toneladas/ano transportadas pela Linha da Beira Alta.

Marco Almeida lembra que a empreitada é “extremamente importante, não só para o concelho de Mangualde mas também de enorme relevância para o território do interior e para Portugal, pois dinamizará e revolucionará o transporte de mercadorias no nosso País”.

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