White hatchback car with a local health unit logo parked on a cobblestone square under a blue sky.
Four men signing documents at a formal meeting in a wood-paneled room with flags in the background, microphones on the table, and water glasses nearby.
Rota da Cabra e do Lobo são pedro do sul
Modern single-story house exterior at dusk with large glass sliding doors showing warmly lit living and dining areas outside landscaped yard.
arrendar casa
Casas Bairro Municipal Viseu 5

No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…

16.02.26

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
Vineyard path between rows of green grapevines on a sunny hillside with blue sky and distant valley.
People wearing over-ear headphones at an outdoor listening event, with a large headset prop in the foreground.
Group of pageant contestants in evening gowns/swimwear with sashes standing on a brightly lit stage, audience seated in foreground.
Home » Notícias » Diário » CGTP organiza tribuna pública para exigir aumento dos salários

CGTP organiza tribuna pública para exigir aumento dos salários

Poster publicitário em português com a frase central 'Vai tudo para o mesmo lixo' e o slogan 'Começa por reciclar as desculpas'. campanha ambiental sobre reciclagem e responsabilidade.
pub
05.04.22
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
05.04.22
Fotografia: Jornal do Centro
Aerial view of a sandy beach with large stone letters forming a message, promoting recycling; below, the slogan 'Começa por reciclar as desculpas' and a call to action with a URL.
pub

A CGTP vai organizar uma tribuna pública em Viseu, para exigir o aumento dos salários e pensões perante a escalada dos preços de bens e serviços. A iniciativa vai decorrer na próxima segunda-feira (11 de abril), ao final da tarde.

Francisco Almeida, dirigente da União dos Sindicatos de Viseu (afeta à CGTP), justifica esta iniciativa com a “emergência nacional” que representa a reivindicação defendida pela central sindical.

“Aumenta o custo de vida, está tudo a aumentar com valores dramáticos e os números não enganam. Cinquenta e sete por cento dos trabalhadores portugueses recebe menos de 800 euros por mês e cerca de um milhão de pessoas recebe o salário mínimo nacional. As pessoas não aguentam e não é possível viver assim. Quer consegue viver com o salário mínimo que temos hoje? Não é possível”, sustenta.

Ao Jornal do Centro, o sindicalista exige respostas do Governo para contornar o aumento dos custos. Francisco Almeida lembra que, na região, “os transportes públicos são aquilo o que sabemos: muito fracos ou, nalguns casos, até inexistentes”. “O Governo tem de apresentar medidas que visem resolver o problema e aumentem os salários”, sublinha.

Francisco Almeida reclama também dos parcos aumentos salariais dos funcionários públicos, lembrando que, na Função Pública, “o aumento foi de 0,3 por cento em 2020 e 2021 e, este ano, é de 0,9 por cento”.

O sindicalista lamenta que as constantes crises sejam pagas pelos mesmos, com a “especulação na energia, nos combustíveis, nos produtos alimentares”.

“Primeiro, foram os bancos que andaram a fazer o que lhes apeteceram e pagaram os portugueses. Depois, foi a pandemia. Agora, é a guerra (na Ucrânia), absolutamente intolerável a todos os títulos, mas, em tudo que acontece, pagam sempre os mesmos do costume”, conclui.

Esta quinta-feira (dia 7), o movimento “Os Mesmos de Sempre a Pagar” também vai organizar uma marcha lenta contra o aumento do custo da vida que irá decorrer a partir das 17h30, na Avenida da Europa.

pub

Outras notícias

pub
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu

Notícias relacionadas

Procurar