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Distrito de Viseu em seca extrema e o solo em “emurchecimento permanente”

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 Quinta de vinhos em Lamego comprada por grupo francês
02.08.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Quinta de vinhos em Lamego comprada por grupo francês
02.08.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Distrito de Viseu em seca extrema e o solo em “emurchecimento permanente”

O distrito de Viseu está em seca extrema, numa altura em que este ano de 2022 é considerado, à data, o segundo mais seco desde 1931. E nem mesmo em relação aos anos de 2004/05, considerados os mais secos, a região de Viseu esteve com valores tão baixos de percentagem de água no solo.
De acordo com os dados do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), durante este ano hidrológico verificaram-se percentagens de chuva inferiores ao valor normal em quase todos os meses, exceto no mês de março, o que faz com que o solo esteja em “emurchecimento permanente”.
Os concelhos mais afetados pela falta de água no solo são os de Viseu, Tondela, Nelas, S. Pedro do Sul, Castro Daire, Carregal do Sal e Santa Comba Dão.

Portugal continental está a viver uma situação de seca hidrológica que as autoridades admitem ser a pior dos últimos 100 anos, com quase todo o país em seca severa ou extrema.
A situação tem obrigado à tomada de medidas, nomeadamente por parte das autarquias com a racionalização da água. O Governo, entretanto, assegurou que a água para consumo humano está assegurada até final do ano.
Os níveis da seca medem-se pelo índice PDSI (Palmer Drought Severity Índex), que tem em conta a quantidade de precipitação, a temperatura do ar e a capacidade de água disponível no solo. Classifica-a de fraca, moderada, severa e extrema. Em junho, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), 67,9% do território estava em seca severa, 28,4% em seca extrema e 3,7% em seca moderada. O IPMA indica que este é o ano mais seco de que há registos (desde 1931).
Desde há um ano que Portugal continental tem algum nível de seca na maior parte do território, com exceção do mês de outubro do ano passado, quando não ocupava a maior parte. Nos meses de inverno todo o país esteve em seca, com mais de metade do território em seca extrema em fevereiro passado.
Em janeiro deste ano, segundo o IPMA, verificou-se um agravamento muito significativo da situação de seca meteorológica, estando no final do mês todo o território em seca, com 1% em seca fraca, 54% em seca moderada, 34% em seca severa e 11% em seca extrema. Janeiro foi o sexto mês mais seco desde 1931 e o segundo mais seco desde 2000. Foi também o quinto mais quente desde 2000.
A 15 de fevereiro, segundo o IPMA, mais de 90% do território estava em seca severa ou extrema.
Em março, mais de três quartos do território estavam em seca severa e extrema. Segundo o IPMA o período entre outubro de 2021 e março foi o mais seco desde 1931.
Em abril. Portugal continental estava com 81,9% do território em seca moderada e 17,9% em seca severa, segundo o IPMA.
E em maio quase todo o continente estava em seca severa, sendo o mês de maio mais quente e seco dos últimos 92 anos.

O Governo reuniu este ano a 01 de fevereiro pela primeira vez a Comissão Permanente de Prevenção, Monitorização e Acompanhamento dos Efeitos da Seca. Desde então já se realizaram 10 reuniões, nas quais foram tomadas quase uma centena de medidas. Em fevereiro foram tomadas 50 medidas e em junho passado mais 28, entre condicionamentos de uso de água a soluções para disponibilizar água em territórios mais afetados.
Já em julho, na última reunião, que junta nomeadamente os ministros do Ambiente e da Agricultura, foram tomadas mais medidas, de reforço de albufeiras e de condicionamento do uso de água no setor turístico algarvio.
Na sequência da reunião de 01 fevereiro, à qual se seguiram reuniões regionais para avaliar possíveis cenários de condicionamento do uso de água, foi suspensa a produção de energia em cinco barragens devido à baixa reposição dos volumes armazenados nas albufeiras, aos valores de precipitação, significativamente abaixo da média, observados e para garantia dos volumes necessários para os usos prioritários.
Também foram suspensas as emissões de títulos de novas captações de água subterrânea para uso particular nas massas de água identificadas como críticas.

Diversas localidades, de norte a sul do país, já estão a receber água para consumo por autotanques, e muitos municípios ativaram planos de gestão e fizeram campanhas de poupança de água.
O ministro do Ambiente, Duarte Cordeiro, anunciou em junho que o Fundo Ambiental tem cinco milhões de euros para medidas imediatas de combate à seca, seja para campanhas de sensibilização seja para outras, como a reativação de captações públicas e combate a perdas de água.

Os cientistas dizem que as alterações climáticas aumentam a probabilidade e frequência de episódios de seca e também de ondas de calor (pelo menos seis dias consecutivos com temperatura máxima acima de 05.ºC do valor médio para a época). Portugal deverá ter mais fenómenos de temperaturas extremas.

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