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Ciclo de teatro regressa a São Pedro do Sul. Cénico queixa-se da “injustiça” da SPA

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O Cénico – Grupo de Teatro Popular de São Pedro do Sul regressa com o seu ciclo de teatro depois de dois anos de interrupção motivados pela Covid-19. A quarta edição vai decorrer a 24 de setembro e nos dias 1, 8, 16, 22 e 29 de outubro no Cineteatro Jaime Gralheiro.

Na apresentação do evento, o dirigente do Cénico, José Manuel Correia, queixou-se da falta de distinção entre grupos amadores e profissionais por parte da Sociedade Portuguesa de Autores. Tudo por causa do pagamento dos direitos de autor.

“Neste ciclo de teatro, temos de pagar direitos de autor por cada espetáculo e somos nós que temos de assumir os custos desses direitos. Só por uma das peças são 500 euros de direitos de autor. A nossa peça que vamos apresenta está isenta de direitos de autor, mas no mínimo vamos ter aqui cerca de 1.000 euros. E uma das coisas que acho que está errado é que a Sociedade Portuguesa de Autores não faz distinção entre produções de grupos amadores e profissionais”, disse.

José Manuel Correia acrescentou que os grupos amadores de teatro deviam ser ajudados para mitigar as despesas, lembrando que a sua principal função é a de “divulgar a cultura e os autores”. “Devia haver uma avença dos valores ou, então, um preço especial para grupos amadores que não têm como objetivo viver à conta dos autores. A gente divulga-os”, afirmou.

Seis companhias, incluindo o grupo anfitrião, vão apresentar as suas peças de teatroi no concelho neste ciclo, com grande parte dos espetáculos agendado para as 21h30. José Manuel Correia, dirigente do Cénico, revelou que o ciclo vai arrancar no dia 24 com “Animais Errantes” da companhia portuense Casulo, uma peça que estreou “há relativamente pouco tempo” na cidade invicta.

“No dia 1 de outubro, vamos ter cá o grupo da Associação Recreativa e Cultural de Santa Cruz da Trapa (com ‘O Banho do Coronel’) porque mal parecia se não convidássemos um grupo do nosso concelho e, no dia 8, somos nós (O Cénico) com ‘Atrás do Sofá’”, disse.

No dia 16 de outubro, um domingo, haverá uma tarde dedicada às crianças com o espetáculo infantil “O Caveleiro em Terras de Oriana” do grupo profissional Associação Porta 27.

Já a 22 de outubro, chega a companhia de teatro do Grupo Desportivo e Cultural do Banco de Portugal, o Grupo d’Artes e Comédia, “com uma peça que estrearam este ano em Lisboa, ‘Ivone, Princesa de Borgonha’”.

“Por último, convidámos o Teatro Emergente de Aguada de Baixo, que era para cá ter vindo em 2020 com uma peça deles, mas com a questão da pandemia, fomos impedidos de cá vir”, acrescentou José Manuel Correia. “As Herdeiras” é o nome do espetáculo que será apresentado a 29 de outubro.

Os espetáculos custam cinco euros, exceto o infantil que terá entrada gratuita. Sem revelar valores, o diretor do Cénico disse que o orçamento do ciclo “não é pequeno” e acrescentou que, nas últimas edições, cada espetáculo tinha em média 60 a 80 espetadores.

O dirigente referiu ainda que, caso algum espetáculo seja impossibilitado de se realizar na data prevista, será reagendado. “Alguns grupos são amadores e mesmo os profissionais podem, por alguma contingência e na data prevista, não poder ter atividade e, então, prevemos logo que possível reagendar o espetáculo para uma data mais próxima porque nós estamos com necessidade de atividade cultural a nível do teatro em S. Pedro do Sul”, realçou.

O ciclo de teatro vai decorrer numa altura em que o Cénico faz o 51.º aniversário. José Manuel Correia referiu que a companhia está a preparar uma atividade para assinalar o marco e defendeu que a melhor forma de homenagear todos os que passaram pelo grupo será continuar a atividade.

Presente na apresentação do evento, o vereador da Câmara de São Pedro do Sul, Nuno Almeida, referiu que o ciclo representa “uma aposta ganha”. “Temos visto nas edições anteriores que a participação tem sido bastante massiva e estou convencido que será um mês e meio de cultura e de espetáculos que vão ser muito bem recebidos”, disse.

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