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No dia do Trabalhador, a CGTP aprovou uma resolução que defende o aumento salarial em 10% num mínimo de 100 euros, a reposição do direito de contratação coletiva e redução do horário de trabalho para 35 horas, entre outros. Em Viseu, a moção que foi apresentada a nível nacional, também foi aprovada pelos presentes que estiveram no Rossio a participar nas comemorações do primeiro de Maio.
Exigimos respostas e soluções para fazer face aos aumentos do custo de vida, pedia Francisco Almeida da União dos Sindicatos de Viseu, enquanto se ouviam as palavras de ordem como “Não podemos aceitar empobrecer a trabalhar”.
A reposição do direito de contratação coletiva com a revogação da caducidade bem como das restantes normas da legislação laboral e a reintrodução plena do princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador; a redução do horário para as 35 horas de trabalho semanal para todos, sem redução de salário, contra a desregulação dos horários, adaptabilidades, bancos de horas e todas as tentativas de generalizar a laboração contínua e o trabalho por turnos foram outras das medidas reivindicadas no dia em que entrou em vigor a Agenda para o Trabalho Digno.
“Vamos à luta, pelas reivindicações dos trabalhadores, nomeadamente “o aumento geral e significativo dos salários para todos os trabalhadores em pelo menos 10% com o mínimo de 100 euros, a valorização das carreiras e profissões e o aumento do salário mínimo para 850 euros”, pediu Francisco Almeida e leu-se na resolução aprovada.