No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…
Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…
No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
A construtora Teixeira Duarte está na linha da frente para vencer o concurso público internacional da requalificação do IP3 entre Santa Comba Dão e Viseu.
Segundo avança o jornal económico digital Eco, a empresa portuguesa tem a proposta mais bem classificada pela Infraestruturas de Portugal (mais de 118,1 milhões de euros). A Teixeira Duarte candidatou-se à obra em parceria com a Embeiral, que tem sede em Viseu, e com a Gabriel Couto.
A IP fez um relatório preliminar de análise e de avaliação de propostas que divulgou junto das dez empresas ou consórcios que se candidataram ao procedimento. A obra mereceu um investimento previsto de 130 milhões de euros.
A empresa pública disse ao Eco que o processo ainda se encontra em fase de audiência prévia, “não se encontrando, assim, terminado”.
No concurso, , que ronda os 103,3 milhões de euros, seguindo-se a candidatura da Acciona, em consórcio com a DST de Braga, apresentando um preço de 109,2 milhões de euros.
Já o consórcio da FCC e da Alberto Couto Alves lançou uma proposta que se aproxima dos 115 milhões de euros. E a também portuguesa ABB ofereceu cerca de 118 milhões pela obra no IP3.
A Mota-Engil apresentou 128,9 milhões de euros. As outras quatro construtoras que manifestaram interesse no concurso (Ilhaugusto, Sacyr Somague, Fernando L. Gaspar e Conduril) apresentaram montantes acima do valor base fixado pelo Governo. A Conduril tem a oferta mais cara, superando os 175 milhões de euros.
O Governo lançou em julho do ano passado o concurso público para a requalificação do IP3 entre Santa Comba Dão e Viseu. A expetativa da tutela era que a obra arrancasse este ano.
“Terminaremos estas intervenções no IP3 com mais de 85% com perfil de autoestrada e uma percentagem muito reduzida, por impossibilidade física de duplicação, sem ser com duas faixas de cada lado”, referiu no ano passado o então ministro das Infraestruturas, João Galamba.
O Governo, atualmente em gestão, previa a adjudicação da obra no próximo verão. Já o prazo de execução estaria dependente da disponibilidade para introduzir maiores ou menores constrangimentos no trânsito local.
Segundo o Ministério das Infraestruturas, esta seria a primeira de três intervenções previstas no IP3, “prevendo-se que o investimento total ronde os 300 milhões de euros”.