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Dizer Poesia/Viseu: Prémio Judith Teixeira celebra poetisa e desafia autores a escrever

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Fotografia: Jornal do Centro
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 Dizer Poesia/Viseu: Prémio Judith Teixeira celebra poetisa e desafia autores a escrever

Está de regresso o Prémio Judith Teixeira, uma iniciativa que desafia os autores a escrever e a dar a conhecer as suas obras. Depois de uma paragem motivada pela pandemia, o prémio volta a realizar-se e os trabalhos vão poder começar a ser entregues a 16 de agosto e as candidaturas encerram a 14 de setembro.

A edição deste ano foi apresentada esta quinta-feira (21 de março), no âmbito do evento Dizer Poesia que decorre em Viseu até domingo (dia 24). O Prémio Judite Teixeira é uma iniciativa da Câmara Municipal de Viseu e da editora Edições Esgotadas.

Durante o lançamento da edição 2024, a vereadora da cultura da autarquia, Leonor Barata, destacou a importância de se continuar a valorizar a poesia no feminino, tendo como inspiração a poeta natural de Viseu, Judith Teixeira, que dá o nome à iniciativa.

“É importante que a poesia no feminino continue a ser valorizada, programada e conhecida. E, por isso, o prémio Judith Teixeira tem uma dupla função: celebrar a vida e a obra de Judite, e de alguma maneira torná-la visível, e, por outro lado, permitir tornar visíveis outros autores que ainda estarão no início ou até mais avançados, mas sem publicação”, frisou, acrescentando que esta é “uma boa oportunidade para trazerem a sua obra”.

Já Teresa Adão, das Edições Esgotadas, destacou que este não é um prémio confinado a Viseu, mas aberto a todo o país e que tem suscitado cada vez mais interesse. “As pessoas estão já à espera, contactam a perguntar. Vamos esperar que continuem a demonstrar o interesse que têm neste prémio”, frisou.

A responsável disse ainda que este prémio tem “a vantagem de potenciar o estudo de Judith Teixeira” e desafiou a autarquia a criar uma residência para quem quisesse estudar a escritora pudesse vir para Viseu.

A iniciativa “Dizer Poesia” arrancou esta quinta-feira e decorre até domingo. Esta noite, o Mercado 2 de Maio recebe RUGE – Poemas e Canções, um projeto de poesia e música do jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho, Daniela Onís e Ruben Alves. Este é um espetáculo sobre o amor e tudo o que o rodeia, que cruza as palavras escritas, cantadas e faladas.

No sábado, dia 23, também no Mercado 2 de Maio, acontece a atuação da artista Capicua, numa mistura de canções e poemas declamados, entre o rap e a palavra dita, a rima e a prosa poética. Neste concerto irá revisitar várias etapas da sua discografia.

A par da Casa Amarela, que nos anos anteriores se assumiu como espaço-âncora do evento, o renovado Mercado 2 de Maio será também, este ano, espaço de eleição para receber concertos e performances. A Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva, o Museu Almeida Moreira, o Museu de História da Cidade e o Museu Keil Amaral irão constar, igualmente, do leque de “palcos” do DIZER POESIA, especialmente na oferta para as crianças e famílias.

Ao longo destes dias, a poesia sairá à rua, numa revisitação muito particular da obra de Camões, mas também de outros poetas e autores portugueses de renome.

Desde logo, a Praça da República (Rossio) acolherá uma exposição temática, constituída por uma seleção de poemas de Luís Vaz de Camões, desafiando a comunidade a interagir e a conhecer, de forma criativa, a obra do poeta.

Já no fim de semana, em espaços emblemáticos da cidade, realizar-se-á o “Aqui Há Poesia”, com visitas guiadas pelo Grupo OFF. Numa mistura de poesia, música e dança, a iniciativa multidisciplinar convida os participantes a (re)descobrir Camões, Aquilino Ribeiro, Luís Miguel Nava, Judith Teixeira, Augusto Hilário, entre outros.

Ainda na vertente expositiva, a Casa Amarela acolherá, de 21 a 24 de março, a mostra “Deuses do Olimpo”, que exibirá um conjunto de desenhos do arquiteto Luís Teles, a partir da obra “Os Lusíadas”. Neste contexto, será ainda lançado um livro com o mesmo nome, no dia 21, na Sala Judith Teixeira, em parceria com as Edições Esgotadas.

Na Sala Luís Miguel Nava, várias edições especiais, nacionais e estrangeiras, d’Os Lusíadas, provenientes do Fundo Antigo da Biblioteca Municipal de Viseu, estarão aqui expostas, proporcionando a todos uma oportunidade única para observar de perto este património único e de valor inestimável, guardado e preservado na “Casa dos Livros”.

Ainda numa aproximação ao “Príncipe dos Poetas”, a Sala Luís Miguel Nava, envolta num ambiente a preceito, assumir-se-á como um espaço lounge, de conhecimento e reflexão, disponibilizando aos visitantes a playlist “Camões ao Ouvido”. Diversos poemas do autor poderão ser ouvidos, numa declamação “ao ouvido” por vários jovens viseenses e personalidades convidadas.

Fazendo jus ao nome do evento, e na verdadeira aceção da palavra, destaca-se, igualmente, um momento especial no campo da performance.

Num registo spoken-word, no dia 24, o programa apresenta Pedro Freitas, mais conhecido como o “Poeta da Cidade”. O jovem escritor e diseur de poesia ganhou reconhecimento no universo digital, ao partilhar e declamar poemas, escritos e ditos, incentivando a paixão pela literatura junto da comunidade.

Em Viseu, Pedro Freitas protagonizará um espetáculo poético-musical, na Casa Amarela, a partir do livro “Ela – Metafisicamente d’outro Mundo”, apresentando um registo diferente do habitual, no qual interpreta os textos com um conjunto de ambiências sonoras.

Numa harmonização perfeita entre a poesia e a música, a Cidade-Jardim será ainda palco de quatro concertos e espetáculos de excelência.

Na estreia do DIZER POESIA, o Mercado 2 de Maio acolherá a fadista Lina, que aqui celebrará o seu segundo e mais recente álbum em nome próprio, Fado Camões, dedicado à lírica do poeta português, numa colaboração com o produtor e músico britânico Justin Adams.

Aclamada pela crítica internacional pelo seu trabalho em parceria com o produtor catalão Raül Refree, ao trabalhar o reportório de Amália, Lina tem recebido inúmeros prémios europeus e mundiais – entre outros, foi vencedora da 1ª edição do Prémio Carlos do Carmo 2021 e ganhou o álbum do ano dos World Music Charts Europe 2020.

No segundo dia do evento, o DIZER POESIA apresenta RUGE – Poemas e Canções, um projeto de poesia e música de Rodrigo Guedes de Carvalho, Daniela Onís e Ruben Alves. Este é um espetáculo sobre o amor e tudo o que o rodeia, que cruza as palavras escritas, cantadas e faladas. Terá lugar no Mercado 2 de Maio.

No sábado, dia 23, o Mercado 2 de Maio volta a ser o epicentro da palavra dita e cantada, com a atuação da artista Capicua. Misturando canções e poemas declamados, entre o rap e a palavra dita, a rima e a prosa poética, Capicua apresentar-se-á com a sua banda neste concerto que irá revisitar várias etapas da sua discografia e que espreitará para o seu “Aquário”, um livro de crónicas, letras e poemas, editado em 2022.

No domingo, último dia do Dizer Poesia, acontece o concerto será “Do Amor e da Glória em Camões”, às 17h30, no Teatro Viriato, com composição musical original e interpretação de Rui de Luna, Marcos Lázaro no violino e Natália Luiza na declamação.

O mote deste ano do Dizer Poesia são os 500 anos do nascimento de Luís de Camões. Contrariamente ao que aconteceu nas edições anteriores, nas quais o Dizer Poesia esteve centrado na Casa Amarela (o antigo arquivo municipal), este ano o evento chega também a espaços como o renovado Mercado 2 de Maio, a Biblioteca Municipal, o Museu Almeida Moreira, o Museu de História da Cidade e o Museu Keil Amaral.

A poesia está também no Rossio, onde se encontra uma exposição temática com uma seleção de poemas de Camões.

O Grupo Off vai realizar visitas guiadas às 11h00 de sábado e domingo, propondo récitas de poesia, música e dança com atores, músicos e bailarinos. As visitas vão percorrer vários locais da cidade, sendo que os participantes são convidados a conhecer textos poéticos de Camões, Aquilino Ribeiro, António Franco Alexandre, Luís Miguel Nava, Judith Teixeira, Beatriz Pinheiro, João de Pavia, António Alves Martins e Augusto Hilário.

A Casa Amarela recebe uma exposição de edições antigas dos “Lusíadas”, a obra-prima de Camões, guardadas no fundo antigo da Biblioteca Municipal. Já nos museus municipais, vão decorrer as atividades “Vem fazer o teu poema (com som exterior”, “Poemas saltam dos livros” e “Poesia blackout”.

Por sua vez, o Cine Clube de Viseu traz as “Curtinhas com Poesia” e as “Escolas Animadas”, ambas dedicadas a explorar os filmes de animação, as suas histórias e técnicas.

Outras iniciativas incluem um espaço ‘lounge’ para ouvir a ‘playlist’ “Camões ao Ouvido”, com temas do poeta ditos por jovens de Viseu e convidados, e o formato ‘spoken word’ de Pedro Freitas, que estará em Viseu para apresentar o seu trabalho “Ela – Metafisicamente d’outro Mundo”, interpretando os textos em conjunto com ambiências sonoras.

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