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Fenprof aguarda por orçamento de Estado e revisão do estatuto do professor para avaliar Governo

Mário Nogueira diz que em outubro são anunciadas as propostas e quais as linhas vermelhas dos professores

 Quinta de vinhos em Lamego comprada por grupo francês
12.09.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Quinta de vinhos em Lamego comprada por grupo francês
12.09.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Fenprof aguarda por orçamento de Estado e revisão do estatuto do professor para avaliar Governo

O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, anunciou em Viseu, no arranque oficial do ano letivo, que vai esperar o início da discussão da revisão do estatuto do professor e analisar o investimento no Orçamento do Estado para avaliar o Governo.

À porta da Escola Alves Martins, no final dos discursos dos membros do governo, Mário Nogueira disse que é a partir de outubro, com o Orçamento do Estado, revisão do estatuto e valorização da profissão, que se vai perceber qual “a vontade política” do Governo resolver os problemas da educação. Declarações feitas à frente de uma grande faixa colocada pelo Sindicato nas grades da escola e onde se podia ler “Não bastam cartas, louvores e cerimónias solenes. São necessárias medidas que resolvam os problemas com processos negociais e sérios”.

“Como é evidente não aplaudi o discurso do presidente da Assembleia da República [José Aguiar Branco] quando disse que era preciso que passassem as escolas a contratar os professores, como não aplaudi a senhora presidente da Associação de Municípios [Portugueses, Luísa Salgueiro], quando disse que era preciso aprofundar a municipalização”, referiu Mário Nogueira, admitindo que esteve nas cerimónias oficias a “representar os mais de 50 mil docentes que mereciam estar representados”.

Para o sindicalista, o começo do novo ano letivo fica marcado “por velhos problemas”. “A falta de professores é o problema que marca a abertura do ano letivo. Não é novo, mas o seu agravamento está a ser disfarçado com uma maior sobrecarga horária dos docentes a quem são distribuídas mais horas extraordinárias. As medidas do governo para mitigar são limitadas”, acusou Mário Nogueira.

O sindicalista adiantou ainda aos jornalistas, que entre 23 de setembro e 3 de outubro, vão fazer em todos os distritos dois plenários diários com os professores e que acabará com uma grande iniciativa de professores na rua”, no dia 5 de outubro em Lisboa, com início no Rossio e fim marcado para o Largo de Camões, no dia em que se assinala Dia Mundial do Professor.

“Queremos associar este ano o Dia Mundial do Professor aos 500 anos de Camões e será uma iniciativa onde traçaremos e deixaremos claras quais são as propostas que temos para o estatuto e quais são as linhas vermelhas que traçamos desde já”, adiantou.

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