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Home » Notícias » Diário » Presidente das Obras Sociais Viseu diz que estigma leva ao isolamento de pessoas que sofrem de demência

Presidente das Obras Sociais Viseu diz que estigma leva ao isolamento de pessoas que sofrem de demência

De acordo com o estudo, 88% das pessoas que vivem com demência afirmaram ter sido estigmatizadas. Setembro é o Mês Mundial da Doença de Alzheimer

 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
22.09.24
fotografia: Jornal do Centro
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22.09.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Presidente das Obras Sociais Viseu diz que estigma leva ao isolamento de pessoas que sofrem de demência

Os resultados da maior pesquisa global sobre atitudes em relação à demência revelam que o estigma em torno da doença está a aumentar entre a população em geral e até mesmo entre os profissionais de saúde. O Relatório Mundial de Alzheimer 2024 publicado pela Alzheimer’s Disease International (ADI), baseado numa pesquisa realizada pela London School of Economics and Political Science (LSE), identifica que 80% da população ainda acredita, incorretamente, que a demência é uma parte normal de envelhecimento e não uma questão médica, um aumento de 14% desde a última pesquisa realizada em 2019.

“Esta visão imprecisa da demência é uma grande preocupação, especialmente por parte dos profissionais de saúde, pois pode atrasar o diagnóstico e o acesso ao tratamento, cuidados e apoio adequados”, diz a CEO da ADI, Paola Barbarino, acrescentando que isto ocorre num momento em que novos tratamentos estão a ser aprovados em todo o mundo, juntamente com avanços em diagnósticos.

De acordo com o estudo, 88% das pessoas que vivem com demência afirmaram ter sido estigmatizadas, um aumento de 5% desde 2019. 

A ADI afirma que os contínuos equívocos sobre a demência perpetuam o estigma para as pessoas que têm a doença. 

José Carreira, presidente das Obras Sociais Viseu, assinala que o aumento de entrevistados que se sentiram mais confiantes para enfrentar o estigma, face a 2019, é uma boa notícia.

“É encorajador observar mais pessoas a sentirem-se mais confiantes para enfrentar o estigma contra aqueles que vivem com demência, o que mostra que todos podemos fazer a diferença”, assinala.

Já sobre as consequências do estigma, o isolamento é uma questão importante para as pessoas que vivem com demência. José Carreira  afirma que, devido ao estigma crescente, as pessoas que vivem com demência estão a isolar-se. 

“Os resultados da investigação evidenciam que 31% das pessoas que vivem com a doença evitaram situações sociais e 36% deixaram de se candidatar a emprego, por medo de serem estigmatizadas. Os resultados dos cuidadores foram igualmente preocupantes, com 47% a deixarem de aceitar convites para visitar amigos e familiares e 43% a deixarem de convidar pessoas. Sabemos que o isolamento social é um fator de risco para o desenvolvimento de demência e pode agravar os sintomas ou a saúde mental, pelo que isto é extremamente preocupante”, reforça. 

Setembro é o Mês Mundial da Doença de Alzheimer.

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