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Teatro Viriato acolhe “Hakanai”, performance coreográfica única em Portugal

“Hakanai” pretende “desenhar a evanescência do sonho e a impermanência das coisas”

Carolina Vicente
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 Teatro Viriato acolhe “Hakanai”, performance coreográfica única em Portugal

O Teatro Viriato, em Viseu, nos dias 29 e 30 de novembro, recebe “Hakanai”, uma performance coreográfica da companhia Adrien M & Claire B. Este espetáculo, apresentado como “data única em Portugal”, decorre na sexta-feira, dia 29, às 21h00, e no sábado, dia 30, às 17h00.

“Hakanai” é uma palavra japonesa que combina dois ideogramas: “o que designa o homem e o que designa o sonho”. Este conceito é o ponto de partida para uma performance que explora a transitoriedade e a relação entre sonho e realidade. A palavra remete para o efémero, o frágil e o transitório.

A performance decorre dentro de um cubo onde a bailarina, Akiko Kajihara, interage com imagens em movimento projetadas ao vivo por um artista digital. Segundo a descrição, “as imagens são animadas ao vivo, de acordo com modelos físicos de movimento, ao ritmo de uma criação sonora também interpretada ao vivo”. O espetáculo é apresentado com uma disposição de “quatro frontais”.

Para o público, a experiência divide-se em etapas. Inicialmente, é convidado a descobrir o exterior da instalação. Após a conclusão da coreografia, é possível entrar no cubo e explorar o espaço com as imagens em movimento.

O espetáculo tem 40 minutos de duração.

A conceção, direção artística, cenografia e encenação são assinadas por Claire Bardainne e Adrien Mondot, com o design dos sistemas de computador a cargo de Adrien Mondot. A criação sonora é da responsabilidade de Christophe Sartori e Lois Drouglazet, que também interpreta o som ao vivo. A operação de vídeo e iluminação é realizada por Jérémy Chartier, e o olhar externo é de Charlotte Farcet. A direção técnica é conduzida por Rafaël Guénot.

A produção envolve uma equipa composta por Margaux Fritsch, Delphine Teypaz e Juli Allard Schaefer. O booking e administração são assegurados por Joanna Rieussec, com assistência de Adèle Béhar. A gestão administrativa é realizada por Marek Vuiton, com apoio de Mathis Guyetand.

“Hakanai” pretende “desenhar a evanescência do sonho e a impermanência das coisas”.

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