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Home » Notícias » Concelho » Viseu » Câmara de Viseu está a acompanhar situação de quatro sem-abrigo

Câmara de Viseu está a acompanhar situação de quatro sem-abrigo

Município de Viseu garante que pessoas estão sinalizados. Há dois casos com processo em tribunal. Autarquia diz que situações são complexas devido à resistência das pessoas em aceitar ajuda

Micaela Costa
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
21.12.24
fotografia: Jornal do Centro
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Fotografia: Jornal do Centro
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 Câmara de Viseu está a acompanhar situação de quatro sem-abrigo

A Câmara Municipal de Viseu sinalizou e está a acompanhar quatro pessoas que vivem em situação de sem-abrigo. Duas delas aguardam desenvolvimento de um processo que está a decorrer em tribunal e as restantes estão a ser alvo de análise por parte do município, já que são casos mais recentes.

“Estão todos identificados e conhecemos as histórias”, afirmou ao Jornal do Centro a vereadora com o pelouro da Ação Social.

Leonor Barata explicou que o município está a acompanhar os quatro processos e que tem feito “pressão” junto das várias entidades e parceiros que integram o Conselho Local de Ação Social (CLAS).

“Está a chegar o inverno e temos feito pressão junto dos parceiros. Estes casos são complexos, porque temos a resistência destas pessoas em quererem ser ajudadas e sendo maiores e capazes não podemos obrigá-las”, acrescentou.

Num dos casos, “a pessoa tem um quarto que é pago pela autarquia”, os restantes “não querem ajuda”. “O município tem feito tudo o que está ao seu alcance para ajudar. O problema não é falta de ajuda ou quartos, aliás, se não tivéssemos essa disponibilidade e tivessem que ir para outros sítios o município pagava as deslocações destas pessoas”, sustentou.

Recentemente, o município em colaboração com outras entidades, avançou para tribunal onde “decorre um processo de maior acompanhado e um processo de internamento involuntário”, o que permitiria que os serviços da Segurança Social pudessem atuar de outra forma, explicou.

Este tipo de processos tem carácter de urgência e, ao que foi possível apurar, uma das primeiras fases passa pelo contacto com a família destas pessoas, o que pode causar alguns atrasos.

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