5
resende
IP3
janela casa edifício fundo ambiental
casa-habitacao-chave-na-mao - 1024x1024
aluguer aluga-se casas

No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…

16.02.26

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
roberto rodrigues escanção
CVRDao_2
March-711-4
Home » Notícias » Concelho » Viseu » Hotelaria em Viseu com ocupação de 90% na passagem de ano

Hotelaria em Viseu com ocupação de 90% na passagem de ano

Dirigente do Turismo do Centro diz que região continua a beneficiar de atratividade conquistada no pós-pandemia

 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
30.12.24
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
30.12.24
Fotografia: Jornal do Centro
pub
 Hotelaria em Viseu com ocupação de 90% na passagem de ano

A hotelaria na região de Viseu regista, nesta passagem de ano, taxas de ocupação na ordem dos 90%, segundo o dirigente do Turismo do Centro e da AHRESP (Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal), Jorge Loureiro. Após uma fase inicial mais lenta, a procura intensificou-se nos últimos dias, o que se alia com os números do ano passado. “Até sábado [28 dezembro] esteve muito parado, até pior do que o ano passado, mas agora reavivou e não só para os de Viseu, mas para os outros hotéis. Está em linha com aquilo que aconteceu no ano passado e, se não encher, estará próximo disso”, refere.

O empresário de Viseu atribui esta procura à atratividade que as regiões do interior ganharam no período pós-pandemia. “Depois da Covid, estas regiões ganharam uma atratividade que não tinham. Perceção de segurança, perceção de boas unidades e bom acolhimento, serviço, e isso foi um ganho e manteve-se”.

O dirigente explica que, inicialmente, a preferência por estas zonas surgiu como uma forma de refúgio durante a pandemia, mas transformou-se num hábito consolidado. “Na altura foi por refúgio, descobriram zonas menos ‘litoralizadas’ por causa da segurança sanitária, queriam paz, queriam comodidade e não grandes concentrações, e depois isso veio para ficar porque descobriram, de facto, que nestas regiões há uma oferta muito qualificada, muito estruturada, com bom serviço. Depois há ainda o preço competitivo e isso veio para ficar”.

Além disso, o interior tem captado a atenção de mercados externos, que têm procurado alternativas às zonas mais próximas do litoral. “Mercados externos que já não vão tão para zonas litoralizadas e começam a espalhar-se pelo país e, portanto, claramente, somos beneficiários disso”, destaca.

Outro fator determinante é a diáspora portuguesa, que continua a desempenhar um papel importante no turismo regional. “Há aqui uma diáspora também muito significativa trazida da imigração. Agora, segundas e terceiras gerações também visitam nesta altura. Tudo isto junto permite que realmente nós sejamos beneficiários”.

Jorge Loureiro sublinha ainda que os visitantes têm procurado um equilíbrio entre o ambiente urbano e as experiências gastronómicas em locais mais ocultos. “As pessoas vêm para o interior, passam a passagem de ano em zonas mais urbanas, vilas e cidades, mas depois querem ir ao outro dia ou no dia anterior, experienciar coisas de restauração em sítios mais inóspitos. É um mix que leva a que nós sejamos beneficiários desta atratividade”.

pub
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população

Outras notícias

pub
  • Clube Auchan. Registe-se e comece a poupar
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população

Notícias relacionadas

Procurar