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Home » Notícias » Cultura » A paixão pelo teatro amador move crianças e adultos num festival que dá voz a quem (não) vive para representar

A paixão pelo teatro amador move crianças e adultos num festival que dá voz a quem (não) vive para representar

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 A paixão pelo teatro amador move crianças e adultos num festival que dá voz a quem (não) vive para representar - Jornal do Centro
31.05.24
fotografia: Jornal do Centro
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 A paixão pelo teatro amador move crianças e adultos num festival que dá voz a quem (não) vive para representar - Jornal do Centro
31.05.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 A paixão pelo teatro amador move crianças e adultos num festival que dá voz a quem (não) vive para representar - Jornal do Centro

Depois de um início nos dias 17 e 19 de maio, a 23ª edição do Festival de Teatro Jovem e Amador de Viseu regressa esta sexta-feira e prolonga-se diariamente até dia 12 de junho. Todas as peças são apresentadas no Auditório Mirita Casimiro.

No primeiro dia do festival, foi a vez dos jovens do curso profissional de Técnico de Ação Educativa, da Escola Secundária Emídio Navarro, apresentarem a peça “Nós Somos História – ESEN a Historiar”. No dia 19, os alunos do Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique apresentaram a peça “Depois da noite, o cravo”, um espetáculo que, segundo a encenadora, Florbela Sá Cunha, “evoca os 50 anos do 25 de Abril e questões relacionadas com a ditadura”.

A encenadora dirigiu, na edição passada, o grupo Animus, do Centro Social de Orgens, vencedor nas categorias de Melhor Peça, Melhor Ator e Melhor Atriz. O centro social concorre novamente este ano, com o grupo La Foule. Contudo, a encenação da peça – “Oh Urso!” – ficou a cargo de Rafael Lopes, membro do Grupo Off. “Foi um jovem que começou comigo precisamente no festival de teatro, na categoria escolar”, contou Florbela Sá Cunha.

Para a encenadora, que este ano dirige dois grupos pertencentes ao Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique, este festival “é uma oportunidade que é dada a jovens e a associações que de outra forma não teriam a oportunidade de apresentar”. “Até porque como sabemos, na cidade não temos assim tantos espaços com palcos e com auditórios que nos permitam as apresentações de espetáculos”, afirmou ainda a encenadora.

“Além da arte em si e da mostra do trabalho desenvolvido, é também uma oportunidade de ter um palco e de ver o seu trabalho reconhecido e apresentado”, disse Florbela Sá Cunha. Para a dramaturga, o Auditório Mirita Casimiro deveria ser utilizado mais vezes, durante o ano, para apresentações de grupos escolares e associativos de teatro amador que “de outra forma não conseguem apresentar os seus trabalhos”. A sua centralidade, no coração da cidade de Viseu, é também um fator a favor da utilização desta sala de espetáculos, disse ainda.

O festival foi já impulsionador de diversos jovens para o mundo do teatro. Exemplos desse despertar para as artes cénicas são Guilherme Gomes, ator responsável pelo Cineteatro de Torres Vedras, e Gabriel Gomes, escritor e membro da companhia Ardemente.

Um festival de teatro jovem com cada vez menos grupos escolares

Ao longo dos tempos, Florbela Sá Cunha, presente desde as primeiras edições, assume que tem visto cada vez menos grupos de teatro das escolas a participar no festival. No início, recorda, quase todas as escolas do concelho tinham um clube de teatro que participava no festival. Atualmente, apenas um agrupamento, dois colégios e uma escola secundária participam no concurso.

“Lembro-me de dar aulas na escola Azeredo Perdigão, que é agora o agrupamento Viseu Norte, e de chegar a levar em cada edição de festival, no mesmo ano, cinco ou seis peças, porque tínhamos a disciplina de Oficina de Teatro”, contou. A encenadora deu ainda o exemplo de escolas como a Grão Vasco, a escola de Mundão e a Secundária Alves Martins, que já participaram em edições passadas.

Aspetos negativos, Florbela Sá Cunha encontrou apenas um no regulamento deste ano. Enquanto nas edições passadas os grupos escolares estavam divididos em três categorias – primeiro ciclo, segundo e terceiro ciclos e escolas secundárias – este ano todos os estudantes concorrem na mesma categoria. Na prática, isto significa que grupos de teatro com crianças de sete anos competem com jovens de 16 anos de uma escola secundária.

Na edição deste ano estão, além dos colégios da Via Sacra e da Imaculada Conceição, associações como a Zun Zum, a Visiunarte, o Lugar Presente, a Enérgica e a Jita Kyoie.

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 A paixão pelo teatro amador move crianças e adultos num festival que dá voz a quem (não) vive para representar - Jornal do Centro

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