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Um jogo que não se espera de facilidades, entre duas equipas com qualidade, é desta forma que Gil Oliveira, treinador do Académico de Viseu, vê o encontro deste sábado (3 de setembro), frente ao Torreense, às 11h00, no Estádio do Fontelo.
“Acredito que na Segunda Liga não existem jogos fáceis e a tabela não descreve aquilo que vai ser a dificuldade do jogo”, frisou o técnico, lembrando que o encontro “vai trazer problemas, como todos trazem”.
Académico de Viseu e Torreense ainda não venceram nenhum jogo a contar para o campeonato, uma situação que “deve preocupar” e “motivar para a vitória”, disse. O adversário desta semana está em último lugar da tabela classificativa, com um ponto, já os viseenses somam três.
“A tabela não faz jus à qualidade das equipas. Obviamente que o facto de não terem vencido é algo que deve preocupar e deve motivar para a vitória”, destacou.
Quanto ao adversário, Gil Oliveira diz esperar um “Torreense difícil de defrontar”. “Uma equipa que vai também à procura do resultado, com as suas armas, que não são melhores ou piores, são diferentes e que nos vão causar dificuldades. E vamos ter que as resolver com naturalidade, crença e com uma imagem daquilo que o Académico tem que ser, com um futebol positivo e uma equipa que quer ganhar desde o primeiro minuto”.
O técnico garantiu ainda que, da parte dos viseenses, “vai existir uma intenção total de querer ganhar o jogo, de querer dar essa alegria aos adeptos” e que o plantel está preparado. “Existem jogadores que estão em melhor forma do que outros. Temos no plantel as soluções necessárias para abordar o jogo e uma crença forte naquilo que foi a semana de trabalho, que foi muito positiva”, disse.
Em dia de fecho de mercado, treinador do Académico está contente com plantel
O mercado de transferências fecha hoje, em território nacional, questionado se até ao final do dia há ainda intenções em trazer novas caras para o plantel, o treinador do Académico de Viseu disse ter “confiança total nos elementos e grupo de trabalho”.
“O plantel do Académico é bastante equilibrado, tem jogadores jovens, é certo, mas tem muita qualidade e potencial. O plantel é bom, precisa apenas de um processo de tempo para que atinja um auge de performance”, assegurou.
Quanto ao lugar no comando técnico dos viseenses, que assumiu desde a saída de Pedro Ribeiro há praticamente três semanas, Gil Oliveira diz ter a confiança da estrutura no trabalho que tem desenvolvido.
“Tenho sentido uma confiança muito grande por parte da direção. Não é uma coisa que me preocupe, porque a preocupação será sempre preparar o próximo jogo, assegurar as melhores condições para que a equipa dê uma resposta positiva face ao próximo adversário e isso é a única coisa que deve preocupar”, frisou.
O técnico garantiu ainda que a indefinição da sua continuidade como treinador não deve motivar instabilidade. “Sabemos que a vida no futebol é efémera, quando falamos desta situação isso não deve ser algo que motive instabilidade, essa instabilidade existe noutros lados, mas não é aqui. O futebol dá-nos vida e uma esperança de vida muito curta, em relação ao que é o resultado porque motiva muitas vezes o que é a continuidade ou o fim de linha”, sublinhou.
Gil Oliveira rematou dizendo que o que deve realmente preocupar “é a preparação do grupo de trabalho”. “E quando ela está bem feita, e quando o grupo está a dar uma boa resposta, é um indicador positivo e é esse que temos que procurar no projeto Académico de Viseu, comigo ou com outro treinador”, finalizou.