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Académico de Viseu: “Queremos sócios” porque coisas boas vão acontecer

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 Académico de Viseu: “Queremos sócios” porque coisas boas vão acontecer - Jornal do Centro
15.06.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Académico de Viseu: “Queremos sócios” porque coisas boas vão acontecer - Jornal do Centro
15.06.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Académico de Viseu: “Queremos sócios” porque coisas boas vão acontecer - Jornal do Centro

Que clube é este 110 anos depois de ter sido fundado e como chegou a dirigente? Acompanho o clube há muitos anos. Sempre gostei de futebol e quando tinha 15 anos comecei a acompanhar o Académico. Os meus vizinhos eram mais velhos do que eu e aos domingos também não havia grande coisa para fazer e convidavam para ir à bola ver o Académico e com isso comecei a criar o bichinho. Isto foi-se tornando num vício e aos 20 anos fui convidado para ir para o futebol de formação do Clube. Lembro-me de andar ao fim do dia com uma carrinha para ir buscar os miúdos para os levar para o treino. Criei este gosto, esta empatia.Vivemos boas semanas, umas melhores do que outras, é verdade. Lembro-me mal das subidas, não me lembro de descidas, o que é bom.

Não vacilou com a refundação do Clube em 2006?
Houve um interregno, mas a alma academista nunca faltou. Entretanto, e temos de lhe dar o valor, surgiu pela mão de António Albino este novo académico, se bem que novo não é bem a palavra, foi mais um ressuscitar. Nessa altura voltámos todos aqueles que de facto tinham a ligação ao antigo, digamos assim, Académico. Aí sim, voltámos novamente a ter o gosto de ir ao futebol ao domingo.

E agora, quais as expetativas?
Agora é subir um patamar que é a Primeira Liga que todos almejamos, não fazendo disso uma exigência. A necessidade existe, mas vamos com calma. As coisas têm de ser feitas com consistência. Mas quem esperou alguns anos também vai esperar mais. O que nós pedimos às pessoas é que acreditem no que está a ser feito. Estamos aqui com humildade, transparência seja na formação seja no futebol sénior. Este ano foi magnífico o que conquistámos nos outros escalões. Para mim, enquanto dirigente, deixa-me descansado. Temos jovens jogadores, equipas e direções técnicas com muita qualidade. Eu acredito neste Clube porque são pessoas que levam este projeto com verdade. O bem vai acontecer e acho que não vai demorar assim tanto tempo. A maior alegria, claro, é ter os masculinos seniores na Primeira Divisão.

Mas há outras modalidades que podem dar alegrias?
Sim, no ano passado fizemos um aporte ao futebol feminino para o Clube também ser mais igualitário. Também temos a natação que tem um sucesso espetacular. Este ano avançámos com o paddel, que é um desporto em evolução.

Os sócios e os viseenses estão com o Académico?
As pessoas hoje em dia querem estar connosco, o que é interessante. Mas a cidade ainda está afastada do clube. Há velhos do Restelo que continuam a dizer que isto está sempre tudo mal, mas também já é típico. Há sempre aquela falange que por mais bem que alguma coisa esteja, para eles nunca está nada bem.

Que conselhos deixa a essa falange?
Até porque também já esteve do outro lado, quando fazia parte do movimento “Juntos pelo Académico”? Sim, do outro lado, mas sempre pelo Académico. O que eu digo é que venham. Façam-se sócios, tenham esta responsabilidade, este gosto e este carinho de dizer que eu sou sócio do Académico. Qualquer pessoa para poder opinar nestas coisas do associativismo tem de ser sócio e ir às assembleias gerais para poder ter uma opinião sustentada e assim ajudar também o Clube. Façam parte da vida do Clube, é isso que mais nos orgulha. Precisamos de mais sócios porque os que há são poucos para a nossa realidade. A aposta tem de ser mesmo na angariação de sócios.

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