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Não há duas sem três. É a frase popular que o Académico resgatou este domingo quando venceu pela terceira vez consecutiva, entre jogos da Segunda Liga e da Taça de Portugal. Uma série de três triunfos consecutivos não era conseguida pelo Académico desde a época passada quando o clube venceu Leixões e Académica para a Segunda Liga com uma vitória diante do Ferreira de Aves para a Taça de Portugal pelo meio. É aliás o que se está a verificar nesta altura: vitórias contra Mafra e Covilhã para a Segunda Liga intervaladas com uma passagem para a terceira eliminatória da prova rainha, selada diante do Fabril.
Este domingo, os viseenses foram à Serra vencer o Covilhã por 3-2. O golo surgiu apenas no último suspiro, como o próprio treinador do Académico, Jorge Costa, o assumiu.
Ainda assim, o técnico garante que a vitória da equipa academista é justa. “Acho que não se pode pôr em causa o resultado final. Foi uma vitória conseguida de uma forma merecida. É evidente que no último suspiro, mas procurámos, trabalhámos, jogámos melhor, tivemos mais remates e mais bola. Fomos a equipa que mais quis ganhar e acabámos por ser bafejados por um lance no último segundo que nos permite voltar a Viseu com os três pontos, com um resultado que não me parece ter a mínima contestação”, afirmou o treinador do Académico na conferência de imprensa após a vitória na Covilhã.
Logo depois do apito final, o treinador academista disse na flash-interview da Sporttv, o canal que transmitiu o jogo, que foi do lado viseense que foi corrido um maior risco e que o conjunto academista foi premiado por isso. Jorge Costa recusou também referir-se a esta vitória como se de sorte se tratasse. “Quando nos agarramos à sorte ou ao azar deixamos de fazer aquilo que é o nosso trabalho”, reforçou.
O treinador do Académico voltou a lembrar que o trabalho da equipa técnica é fazer dos talentos individuais no plantel uma equipa. “Os jogadores estão felizes, acreditam no trabalho. Eu estou feliz com a qualidade que tenho à minha disposição. Hoje viemos aqui com algumas baixas de peso, mas uns caem, levantam-se outros”, referiu.
O treinador do Académico disse também que “depois de uma vitória parece que tudo é perfeito”, deixando a garantia de que o clube viseense cometeu erros e que “devíamos ter ganho o jogo de uma forma mais tranquila”, avançando que “isto faz parte do crescimento”.
O Académico de Viseu vai agora jogar em casa para a Segunda Liga. Os viseenses defrontam o Leixões, no Fontelo, no dia 19 de outubro, a partir das três e meia da tarde. Até lá recebem também no Estádio municipal a equipa do Oriental a contar para a terceira eliminatória da Taça de Portugal.