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O Tondela regressou esta segunda-feira para preparar a próxima temporada. Neste dia estão previstos testes médicos. Só amanhã, terça-feira, os jogadores farão testes físicos. Quarta-feira é o primeiro dia de contacto com o relvado rumo à preparação do primeiro jogo oficial, diante do FCPorto, na Supertaça Cândido de Oliveira. Esse troféu, disputado num único jogo, a 31 de julho, em Aveiro põe frente a frente campeão nacional e finalista vencido da Taça de Portugal.
E na cidade beirã há a convicção de que esta época será complicada se se confirmar que o clube não poderá fazer contratações devido ao caso Khacef. Em declarações ao Jornal do Centro, Diogo Peixoto adepto do Tondela, lamenta que os beirões sejam um clube pequeno e não consigam contornar a situação. “O nosso problema é sermos pequenos. É muito rápido dedicar logo uma consequência para o que aconteceu. Se fosse um clube grande andavam em recursos e se calhar passava. Como somos pequenos, temos de nos sujeitar. Temos de pensar que temos jogadores que podem salvar o Tondela desta época complicada”, diz.
O adepto é claro e afirma que “é mais difícil subir numa Segunda Liga do que manter na Primeira porque a Segunda é extremamente competitiva e estão sempre quatro, cinco, seis equipas a tentar subir”.
A equipa auriverde anunciou já novo treinador. Tozé Marreco chega a Tondela depois de ter alinhado no clube. A escolha foi surpreendente e tem algum risco, assume Diogo Peixoto. “Surpreendeu. Não só a mim, mas acho que a toda a gente. O Tozé começou há dois ou três anos a carreira como treinador. É sempre uma escolha arriscada, mas também há a outra parte. E se correr bem? O Tozé é o maior? Esperemos bem que sim, que venha para ajudar. Ele conhece a casa e o clube”, assinala.
Em Tondela há a esperança de que Tozé Marreco dê motivação ao plantel até porque o percurso do agora treinador do clube beirão é conhecido. “É uma pessoa incrível, foi um grande jogador e isso será bom para os jogadores que lá estão. Vai motivá-los e nunca deixará cair a equipa, como já vimos a acontecer com outros jogadores”.
Diogo Peixoto acredita que os adeptos não vão divorciar-se do Tondela apesar da descida. “Passados sete anos [desde a subida à Primeira Liga], conseguimos começar a juntar as pessoas de uma forma tão grande que eu acho que o Tondela até podia ir para a distrital outra vez que as pessoas iam continuar a gostar do clube. Foi uma junção de pessoas e de amor pelo clube que isso agora não acaba. Claro que vai ser mais complicado: vai sempre haver os primeiros clubes das pessoas, mas acho que não vão deixar o Tondela para trás”, refere.