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O presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, disse que ainda não há qualquer decisão tomada sobre o futuro da Águas da Região de Viseu.
A afirmação foi dita após a última reunião do executivo da Câmara, que decorreu ontem (quinta-feira, 6 de janeiro).
A empresa intermunicipal foi criada em 2019 em conjunto com os municípios de Nelas, Penalva do Castelo, Mangualde e Sátão para o abastecimento de água em alta e o seu futuro está em análise depois de Fernando Ruas ter dito no final de dezembro que estavam a ser analisadas alternativas.
Aos jornalistas, o autarca reiterou que estão a ser estudados todos os cenários e negou que a Águas da Região de Viseu esteja realmente à beira do fim.
“Recebemos a visita da Águas do Douro e Paiva, que entrou no quadro comparativo. Nós admitimos todos os cenários. Sei que se pôs um acento tónico de que podíamos acabar com a sociedade, não é isso o que está previsto. Admitimos é um estudo”, disse.
Perante isto, Fernando Ruas referiu que estão a ser analisados “os quadros comparativos das soluções que são preconizadas pelos consultores” e que vai ser realizada uma reunião com os outros municípios aderentes da empresa intermunicipal “para lhes dizer em que fase estamos”.
A data da reunião ainda não é conhecida e só depois disso se vai saber qual o futuro da Águas da Região de Viseu.
Ainda em declarações aos jornalistas, Fernando Ruas reafirmou que a região não tem água suficiente para abastecer as populações e questionou o andamento de projetos de barragens que abrangeriam o distrito.
“A água que temos na zona geográfica desta região não chega e muito menos chega quando não temos capacidade de armazenamento. Alguém sabe se avança a barragem do Pinhosão? Ninguém sabe. Também já houve alguma coisa definida em termos concretos da outra barragem de Fagilde? Porque aquilo o que sabe é uma barragem construída um bocadinho mais a baixo que engloba esta (atual) e que o condão é aumentar o reservatório com a mesma água, mas não chega. Pode chegar agora, mas tem de ter uma para redundância”, disse.
Um argumento que foi também reiterado na , em declarações ao Jornal do Centro, onde Fernando Ruas também colocou o cenário de a Águas da Região de Viseu poder vir a ser integrada numa parceria pública entre o Estado e as autarquias.