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Amarelo Silvestre começa a escrever o “Diário de uma República” no Teatro Viriato

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 Amarelo Silvestre começa a escrever o “Diário de uma República” no Teatro Viriato - Jornal do Centro
07.12.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Amarelo Silvestre começa a escrever o “Diário de uma República” no Teatro Viriato - Jornal do Centro
07.12.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Amarelo Silvestre começa a escrever o “Diário de uma República” no Teatro Viriato - Jornal do Centro

O Teatro Viriato, em Viseu, vai receber esta sexta-feira e sábado (10 e 11 de dezembro) o projeto “Diário de uma República” da companhia Amarelo Silvestre, que irá juntar teatro e fotografia numa série de edições que arrancam agora com o tema da Justiça.

O espetáculo será apresentado sexta-feira às 21h00 e sábado às 17h00. A peça conta com a interpretação da atriz Carla Galvão e pretende ser “uma reflexão artística sobre o que vão sendo as pessoas e as paisagens de Portugal entre 2020 e 2030”, refere o Teatro em comunicado. Reflexão essa que teve como ponto de partida as fotografias de Augusto Brázio e Nelson d’Aires.

O tema principal da primeira edição do “Diário de uma República” é a Justiça “no seu sentido mais amplo”, contando com a participação do ex-ministro da área, Álvaro Laborinho Lúcio.

As restantes edições deste projeto, que decorrerão até 2030, irão refletir sobre outras temáticas fundamentais com um espetáculo nos anos ímpares à exceção do último que irá ser estreado em 2030 como um resumo dos quatro anteriores.

“Diário de uma República” é uma coprodução do Teatro Viriato, Cine-Teatro Louletano e Teatro Virgínia. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais por 7,50 euros.

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 Amarelo Silvestre começa a escrever o “Diário de uma República” no Teatro Viriato - Jornal do Centro

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