No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…
Seguimos caminho por Guimarães, berço de Portugal e guardiã de memórias antigas….
Artisticamente esta foi a melhor edição dos Jardins Efémeros. As palavras são de Sandra Oliveira, a diretora artística do evento, que chegou ao fim no último domingo (11 de julho).
Os Jardins decorreram no Parque Aquilino Ribeiro e a responsável disse ao Jornal do Centro que foi uma escolha acertada até porque “houve um upgrade muito grande ao nível das artes visuais e uma diversidade de linguagens enorme”.
Com o Parque da Cidade de cenário, a organização do evento comprometeu-se “com a cidade em alterar a perceção de lugar e penso que tiveram uma boa surpresa com a intervenção nos lagos, a luz que nós trabalhámos, o projeto também dos espelhos do Politécnico de Viseu, portanto, teve uma vivência nova que as pessoas ficaram muito agradadas”, assinalou.
As expectativas para o ano de 2022 assemelham-se às deste ano. O objetivo é integrar o parque na programação “porque correu lindamente” e “os jardins já lá estão, portanto, só precisamos de os potenciar”.
Apesar do aumento de casos de Covid-19, Sandra Oliveira garante ainda que o público e a organização se sentiram seguros durante a semana de eventos. “As pessoas que estiveram lá sentiram-se absolutamente seguras até porque, por exemplo, no café as mesas estavam com quatro metros de distância. Toda a gente se portou muito bem”, destacou a diretora.
Foram mais de 500 testes à Covid-19 feitos pela equipa do evento e artistas. Tivemos uma unidade móvel sempre com um médico todos os dias no recinto” e “felizmente, deu tudo negativo”, concluiu.