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A Associação dos Ex-Trabalhadores das Minas de Urgeiriça (ATMU) tornou público esta segunda-feira o repúdio pela realização do Mundial de Futebol no Qatar pela violação dos direitos humanos naquele país.
Em comunicado, a ATMU reitera que o desporto “não pode servir para branquear os mais elementares direitos cívicos e humanos” e lembra os “exemplos demasiados graves” como o desrespeito pelos direitos dos trabalhadores que construíram os estádios e a escravatura sujeita, tendo morrido mais de 6.500 trabalhadores durante a construção.
A discriminação das mulheres e pessoas LGBT e a falta de liberdade da comunicação social são outros exemplos que, na ótica da ATMU, devem ser repudiados. A associação alerta também que os direitos humanos não devem ser ameaçados nem postos em causa.
“O futebol não é uma causa, mais importante que os direitos humanos, nem pode assentar na desgraça e na corrupção, para beneficiar uns poucos, pelo que reafirmamos o nosso mais sentido repúdio”, conclui a nota da ATMU.
A prova, que arrancou no passado domingo (dia 20), conta com a participação da seleção portuguesa. A equipa das quinas começa a jogar esta quinta-feira (dia 24) com o Gana, às 16h00 (hora de Portugal continental). Nesse dia, a ATMU vai organizar uma vigília às 18h30 junto ao Monumento do Mineiro.