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O presidente da Câmara de Cinfães, Armando Mourisco, acredita ter os surtos de Covid-19 que surgiram nos centros escolares de Tarouquela e Cinfães controlados, mas ainda teme não poder avançar no desconfinamento.
Armando Mourisco assumiu que “os focos foram identificados no Centro Escolar de Tarouquela e no Centro Escolar de Cinfães” e, perante isto, “o Centro de Tarouquela foi encerrado e os alunos e agregados familiares ficaram em isolamento”.
Os 38 novos casos de contágio que Cinfães registou na última semana colocou em isolamento profilático cerca de 400 pessoas, que foram testadas na última quarta-feira (21 de abril) e cujos resultados apresentaram “um único positivo”.
“Em termos de saúde está tudo muito bem confinado. Sabemos quais são os casos, qual é a origem e está tudo devidamente controlado pelas autoridades de saúde e o facto de ter aparecido um único caso positivo nos testes é sinal que estava tudo muito bem controlado e a cadeia estava suspensa”, considerou.
“Ontem [quarta-feira] foram testadas cerca de 400 pessoas ligadas aos complexos escolares e de todos estes testes a alunos e familiares só um é que foi positivo, tudo o resto foi negativo. O único caso positivo surgiu no complexo de Cinfães”, contou.
O Centro Escolar de Tarouquela “já abriu para os terceiro e quarto ano escolar” e, em Cinfães, “estão três turmas em casa, em isolamento profilático” e, “há alunos que já regressam hoje à escola e, se tudo correr bem, os outros regressam para a semana”, adiantou o autarca.
Na semana anterior também já tinham sido feitas “centenas de testes e essa vai ter de ser a estratégia” de modo a “tentar controlar a transmissão, nomeadamente nos centros escolares”, acrescentou.
“Estamos atentos e tranquilos e agora só temos de esperar que quem está infetado não venha a ter problemas de saúde”, sublinhou Armando Mourisco, manifestando esperança de que não surjam “novos casos”.
Em cima da mesa, admitiu, está a “preocupação com a próxima fase do desconfinamento” tendo em conta que “estes números vão trazer, quase de certeza, consequências” para o concelho.
“Vamos ter esperança que não apareça mais caso nenhum até lá e que consigamos baixar para a média necessária e podermos avançar no desconfinamento”, disse Armando Mourisco que, apesar de considerar que “38 não é um número muito elevado, perante os indicadores necessários para a continuidade do desconfinamento leva o concelho para um número superior a 200 pessoas por 100 mil habitantes”.
Desde o início da pandemia, Cinfães registou 1.735 infetados pela Covid-19.