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O presidente da Câmara de Tabuaço, Carlos Carvalho, defende que as autoridades de saúde devem ter em conta a área geográfica dos concelhos para calcular a taxa de incidência de Covid-19. O município pode ser um dos que “retrocede” no desconfinamento, na próxima avaliação.
De acordo com cálculos feitos pelo Jornal do Centro, Tabuaço tem uma incidência de mais de 240 casos por 100 mil habitantes. O autarca considera injusto o critério atual que mede os casos de acordo com a população de cada município.
Carlos Carvalho diz que a autarquia de Tabuaço tem insistido e exigido a inclusão da área concelhia no coeficiente de incidência.
“O problema é que nos baseamos única e exclusivamente no número da população, quando temos uma área de 134 quilómetros quadrados onde, à partida e com enorme facilidade, 10 casos podem representar uma probabilidade de contágio mais diminuta em comparação com outro concelho que tenha 20 ou 30 quilómetros quadrados. Enquanto não for colocado este coeficiente da dimensão para melhor se calcular a densidade populacional, este critério será sempre injusto”, explica.
Segundo o autarca, há registo de três casos ativos de Covid-19 em Tabuaço. “Na semana passada, tivemos apenas três casos e, nesta semana, mais três. Foram todos resultados ainda de cadeias de contágio, mas que já estavam perfeitamente isoladas e que não representam qualquer risco acrescido”, explica.
O presidente da Câmara diz ter esperança de que o bom senso prevaleça e que o concelho continue a avançar no desconfinamento.
“Se analisarmos esta semana e a semana anterior, em que tivemos muitos poucos casos, acredito que vai ficar ao de cima o bom senso e que não vai haver nenhuma estagnação no desconfinamento”, afirma Carlos Carvalho.
Desde o início da pandemia, Tabuaço teve 440 casos de infeção por Covid-19.