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O presidente da Câmara de Viseu disse que os azulejos de Arte Nova que foram retirados da fachada de uma casa que está a ser reabilitada no centro de Viseu foram guardados pela autarquia, mas recorda que o imóvel, que pertence a privados, não está classificado como sendo de interesse municipal.
Fernando Ruas respondeu ao pedido de esclarecimento do deputado Jorge Adolfo na reunião da Assembleia Municipal que está a decorrer esta segunda-feira. O deputado perguntou onde estavam os azulejos que foram retirados um a um e porque razão não foi preservada a fachada do imóvel, “à semelhança do que foi feito noutros casos similares”.
Segundo o presidente da autarquia, as obras de demolição do edifício localizado na Rua Cândido dos Reis cumprem com todos os requisitos. “De salientar que não se tratara de um edifício classificado de interesse municipal, mas mesmo assim pedimos um parecer à Direção Regional do Património e a Câmara decidiu guardar os azulejos que, como sabem, são iguais aos do edifício do Orfeão que recentemente foi por nós requalificado”, esclareceu o autarca.
Museus municipais
Na sua intervenção, o deputado Jorge Adolfo questionou ainda o presidente da Câmara sobre as razões pelas quais os museus municipais estão encerrados ao domingo, um assunto que levou já o PCP a avançar com o abaixo-assinado onde é exigida a reabertura destes espaços, dias “particularmente vocacionado a visitas turísticas”. Fernando Ruas acabou por admitir tratar-se de uma “questão orçamental”. “O Orçamento não é ilimitado e temos de compaginar as coisas, mas há uma coisa que eu sei que é a rede de museus foi criada por mim”, disse.
Para o autarca, o Ministério da Cultura poderia ter aqui um papel mais ativo. “Porque não fazer um protocolo, podia ser uma boa ajuda”, desafiou.