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BiblioLED: Mais de 600 e-books e audiolivros requisitados no concelho de Viseu por 220 leitores

Cada biblioteca da BiblioLED pertence a uma comunidade intermunicipal, e o acesso deve ser feito mediante inscrição na biblioteca municipal do concelho de residência. Além disso, para aderir a este serviço, é necessário efetuar um registo na plataforma online

Diogo Paredes | diogo.paredes@jornaldocentro.pt
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 BiblioLED: Mais de 600 e-books e audiolivros requisitados no concelho de Viseu por 220 leitores

Em abril de 2024, apenas 6,6% dos portugueses preferiam os e-books na altura da leitura de lazer. Já um estudo realizado para a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros indicava que, em 2023, o papel continuou a ser o formato preferido por 93% dos portugueses na hora de comprar um livro. Contudo, 17% dos inquiridos referiu ler livros em formato de digital.

Desde 27 de janeiro de 2025, os habitantes do município de Viseu passaram a ter a possibilidade de requisitar livros em formato digital, além de audiolivros. Isto porque a partir da mesma data foi implementada a BiblioLED, uma iniciativa da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas desenvolvida no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência. Esta iniciativa, já aplicada no resto da União Europeia, permite a disponibilização de livros digitais de forma gratuita aos cidadãos. Assim, cada cidadão pode, desde o final de janeiro deste ano, aceder a dois livros digitais e um audiolivro ao mesmo tempo, podendo ficar com eles durante 21 dias.

Cada biblioteca digital é da responsabilidade da comunidade intermunicipal das bibliotecas municipais que integrem a iniciativa. Para que uma biblioteca possa estar inserida na BiblioLED, contudo, necessita de pertencer à Rede Nacional de Bibliotecas Públicas. No concelho de Viseu, este acesso à BiblioLED foi possível desde o começo da iniciativa, e desde que o projeto foi implementado, foram várias as bibliotecas do distrito que foram aderindo à BiblioLED.

Ao todo, a biblioteca de Viseu conta com 220 utilizadores ativos. Segundo Teresa Almeida, responsável pela BiblioLED na biblioteca municipal de Viseu, “o número de pedidos de abertura de conta por mês é variável, mas os primeiros três meses foram os mais fortes”. Ao todo, a BiblioLED foi acedida 1016 vezes, resultando em 615 empréstimos de livros digitais e audiolivros.

A maioria dos inscritos situa-se entre os 20 e os 40 anos, “mas muitos leitores acima dessa faixa etária também têm solicitado acesso à BiblioLED”, de acordo com a responsável da biblioteca. A maioria dos livros requisitados são de ficção, embora a BiblioLED também disponha de livros de não ficção. Já em relação ao feedback por parte dos utilizadores da plataforma, Teresa Almeida explicou que estes “gostam, acham inovador e interessante, além de sentirem muita curiosidade em perceber como funciona”.

“Para os leitores é importante poder aceder de forma gratuita a livros em formato digital 24h por dia, 7 dias por semana, explorando livremente o catálogo verificando o que este tem para oferecer”, afirmou a responsável da biblioteca. “Este serviço pode disponibilizar livros que não existem em suporte físico na biblioteca municipal, o que é uma mais-valia. A única condição para que tal seja possível é estar inscrito com ficha de leitor atualizada na biblioteca municipal”, disse ainda, salientando o incentivo à literacia digital que este tipo de iniciativas promove.

Para a bibliotecária, contudo, o futuro da leitura passará não por uma substituição através do meio digital, mas sim de uma complementaridade entre as duas plataformas, a física, em papel, e a digital. Já em relação ao alargamento da iniciativa para as bibliotecas escolares, Teresa Almeida acredita que deve “funcionar sempre como complemento à biblioteca física”. Atualmente, a BiblioLED não contém, no seu catálogo, livros infantis, além de ser obrigatória a inscrição de jovens com menos de 13 anos acompanhada de uma declaração de autorização assinada pelo encarregado de educação.

Quer seja em papel ou através de um ecrã, a leitura, na opinião de Teresa Almeida, deve ser sempre incentivada. “Leitura é leitura, em qualquer que seja o suporte utilizado, o importante é ler, não importa como!”, concluiu.

Para aderir a este serviço, é necessário efetuar um registo na plataforma online. Além disso, é necessário fazer ou renovar a inscrição na biblioteca municipal do concelho de residência. Quem aderir à biblioteca digital pode ler tanto no telemóvel como em tablet, computador ou num e-reader. 

Em quase dois meses, de acordo com o Ministério da Cultura, a BiblioLED reuniu mais de 17 mil utilizadores no país inteiro, tendo sido registados perto de 22 mil empréstimos de livros.

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