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A Câmara de Viseu aprovou, em reunião esta quinta-feira (15 de abril), um acordo de mutação dominial referente à Estrada Nacional 229 no âmbito da sua requalificação.
A presidente da autarquia, Conceição Azevedo, explicou que esta decisão “prevê a transferência de mais de 350 mil euros para intervenção naquele troço da estrada”, entre os quilómetros 69 e 74.
Conceição Azevedo lembrou que, “recentemente, a Infraestruturas de Portugal (IP) confirmou o acordo para execução das obras para a melhoria das acessibilidades ao Parque Empresarial de Mundão”, que prevê a construção de uma variante a partir do IP5, e ainda “a requalificação da EN 229 entre Viseu e Sátão”.
“Esta decisão chega depois de, em agosto de 2020, os municípios de Viseu e Sátão terem anunciado a comparticipação de 1,4 milhões de euros”, acrescentou.
A autarca frisou que a requalificação da EN 229 “é um desejo antigo de ambos os municípios, que vai beneficiar claramente o dia-a-dia de quem se desloca entre Viseu e Sátão e também todo o trânsito pesado que se efetua nesta área”.
O vice-presidente da Câmara de Viseu, João Paulo Gouveia, afirmou aos jornalistas que a requalificação “é uma necessidade premente”.
“Nos últimos três anos e meio, sempre dialogámos com as IP e a própria Câmara de Viseu vai colocar nesta obra 1,15 milhões de euros para que ela possa vir para o terreno”, lembrou.
João Paulo Gouveia deixou o desafio de que esta obra “seja inscrita no Plano de Recuperação e Resiliência, evitando assim que os municípios de Viseu e Sátão tenham que ter este dispendioso valor de cerca de 1,4 milhões”.
“Não há dúvida nenhuma de que é uma estrada nacional e da responsabilidade do Estado central”, justificou.
Ainda na reunião, a Câmara de Viseu também aprovou a abertura de concurso público para a instalação do atendimento dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento no Edifício Pascoal, no centro histórico da cidade.
“Foi deliberada a abertura de um concurso público para a instalação dos serviços de atendimento dos SMAS no Edifício Pascoal. O investimento é de 540 mil euros e insere-se na estratégia de revitalização do centro histórico, que visa a criação de âncoras na cidade”, afirmou Conceição Azevedo.
Já a oposição PS na Câmara de Viseu não discorda da mudança do local de atendimento ao público dos SMAS, mas Baila Antunes não poupa nas críticas ao executivo municipal.
“Quando já estamos a avançar para a obra do edifício-sede dos SMAS, vão avançar para o serviço de atendimento ao mesmo tempo. Quando as duas coisas estiverem concluídas, é desnecessário haver esta coincidência face à grande área do edifício-sede. Isto é apenas para resolver, no imediato, mais uma obra que tem de ser feita porque este executivo tem de apresentar obras. Então, esta requalificação do Edifício Pascoal, que não era tão premente, vai avançar rapidamente para andar em obra ou mesmo para estar concluída antes das eleições”, afirma.