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Câmara de Viseu aprova empréstimo de 5 milhões de euros para requalificação de estradas

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 Câmara de Viseu aprova empréstimo de 5 milhões de euros para requalificação de estradas - Jornal do Centro
27.10.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Câmara de Viseu aprova empréstimo de 5 milhões de euros para requalificação de estradas - Jornal do Centro
27.10.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Câmara de Viseu aprova empréstimo de 5 milhões de euros para requalificação de estradas - Jornal do Centro

A Câmara de Viseu aprovou, esta quinta-feira, com os votos contra da oposição socialista, a contração de um empréstimo bancário no valor de cinco milhões de euros para pagar obras de requalificação de várias estradas no concelho e a reabilitação do futuro edifício das Águas de Viseu, no centro histórico da cidade.

O empréstimo, a pagar em 20 anos, vai financiar intervenções em vias como a Circunvalação, a Avenida da Europa, a Circular Norte entre as rotundas do Continente e de Póvoa de Abraveses, a Circular Sul entre as rotundas do Continente de São João e Ranhados, a Estrada Nacional 16 da rotundas da Volvo à A25 e a Estrada Nacional 231 em direção a Tondela.

Este recurso à banca irá ajudar a pagar ainda as obras de reabilitação do novo espaço das Águas de Viseu, que é de resto a intervenção mais cara. Só esta empreitada custará cerca de dois milhões de euros. Já o arranjo da circunvalação representa um investimento de 1,6 milhões de euros.

Esta quinta-feira de manhã, os vereadores do PS votaram contra o pedido deste empréstimo por não se destinarem “a obras estruturais”.

“Estes investimentos têm cofinanciamento ou não em programas? Estavam previstos no PPI/Orçamento?, começou por questionar o vereador Miguel Pipa.

“Metade do endividamento é para a reabilitação de um edifício administrativo, do SMAS – Água de Viseu, quando há um ano foi anulado um procedimento concursal da ETA de Fagilde. Perguntamos qual é o critério na escolha para estas obras? Recordo que temos 25 freguesias”, afirmou.

Miguel Pipa defendeu ainda que “o município não está a conseguir fazer investimento conjuntural sem se financiar na banca”.

“É um endividamento de cinco milhões de euros com muitas obras conjunturais, portanto, há um sinal de preocupação, parece que as contas do município estão doentes. Está a recorrer a financiamento bancário por não estar a gerar proveitos. Apesar de o município ainda ter margem, está a comprometer a capacidade de endividamento do município”, sustentou, acrescentando que a autarquia irá gastar “dois milhões para fazer remendos e dois milhões para fazer uma sede social”, numa “política de just in time”.

O socialista quis ainda saber como é que a Câmara vai financiar obras estruturais como O Centro de Artes e Espetáculo, o Parque da Aguieira, a ETA de Fagilde, a Ciclovia Viseu-Mangualde e a nova Feira Semanal, não tendo obtido qualquer resposta.

O presidente da autarquia, Fernando Ruas, rejeitou a ideia do empréstimo servir para financiar obras conjunturais e até desafiou os vereadores da oposição a dizerem com que requalificações de estrada não concordavam.

O autarca até cantou parte da música de Pedro Abrunhosa para dizer que este recurso à banca servirá para pagar aquilo que “ainda não foi feito”. Apesar do desafio, os socialistas não disseram de que obra abdicavam.

Já no final da reunião do executivo, Fernando Ruas disse aos jornalistas que o empréstimo não “chega a um terço da capacidade de endividamento” municipal.

“Isto é a mesma coisa que alguém utilizar do seu cofre um terço para fazer obras em casa e acharem que isso é um risco complicado. As pessoas reagem muito quanto veem obras. São obras necessárias, tomara eu que não fossem necessárias. Eu tinha dinheiro para aplicar noutras coisas”, defendeu.

Fernando Ruas lembrou ainda que os fundos comunitários agora não financiam obras de requalificação de estradas e avançou que a Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões vai tentar, junto do Banco Europeu de Investimento, “arranjar uma linha de crédito para infraestruturas viárias” na região.

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