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Câmara de Viseu questiona donos do Almargem sobre futuro do projeto

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 Câmara de Viseu questiona donos do Almargem sobre futuro do projeto - Jornal do Centro
17.02.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Câmara de Viseu questiona donos do Almargem sobre futuro do projeto - Jornal do Centro
17.02.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Câmara de Viseu questiona donos do Almargem sobre futuro do projeto - Jornal do Centro

A Câmara de Viseu deu 30 dias aos promotores do parque aquático da praia fluvial do Almargem, cujas obras estão paradas há vários anos, para definirem a situação do projeto turístico, disse hoje o seu presidente, Fernando Ruas.

O autarca mostrou-se preocupado por a estrutura, que se encontra em avançado estado de construção, estar “a definhar”, uma situação que considera “uma agressão nítida ao ambiente”.

“Mandámos um ofício a dizer-lhes que não toleramos isso”, contou aos jornalistas, no final da reunião do executivo, acrescentando que esta terá sido a primeira vez que foram notificados.

Fernando Ruas espera que, dentro do prazo dos 30 dias, os promotores do projeto contactem a Câmara, caso contrário fará “o que urbanisticamente for necessário para resolver a situação”.

“Aquilo tem que ter solução. Se tem solução pela via do equipamento é aquilo que mais queremos, se não que o desmantelem”, afirmou o autarca, garantindo que “a Câmara está disponível para salvar o equipamento”.

Segundo Fernando Ruas, os promotores “pediram a prorrogação da licença”, mas deixaram-na caducar.

Em fevereiro de 2014, o então presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques, anunciou que iriam ser investidos cerca de 16 milhões de euros na praia fluvial do Almargem, no âmbito de um projeto turístico que incluía um parque aquático inovador na Península Ibérica.

“O concurso público está neste momento a ser lançado. É um projeto que tem de estar concluído até setembro do próximo ano, porque a isso obrigam os fundos comunitários”, que correspondiam a 10 milhões de euros, acrescentou Almeida Henriques.

Numa primeira fase, o projeto teria um edifício de apoio com saunas, restaurante, bowling e outras modalidades e um parque aquático temático coberto, que funcionaria todo o ano. Para uma segunda fase, estava prevista uma rota dos moinhos ao longo do rio, um parque de campismo e um parque aventura.

“Eu acompanhei aquilo no início e era um equipamento muito desejado”, afirmou Fernando Ruas aos jornalistas, frisando que o interior de Portugal tem poucos parques aquáticos e este seria de fácil acessibilidade, uma vez que está próximo do acesso a várias autoestradas.

Fernando Ruas lembrou que, além do parque aquático e do parque de campismo, também chegou a estar prevista uma unidade hoteleira.

Em agosto de 2012, em declarações à agência Lusa, o empresário Manuel Cruz apontou a falta de crédito bancário para que o complexo turístico, orçado em mais de 26 milhões de euros, não tenha arrancado e tenha visto o Governo rescindir o contrato de apoio.

“Perante a impossibilidade de materializar o projeto, decidimos refazê-lo, com menores custos, retirando o hotel do complexo, deixando apenas o parque aquático”, justificou, na altura, o empresário.

O novo projeto fez os custos totais baixarem para 16,5 milhões de euros.

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