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O concelho de Carregal do Sal não vai estar na terceira fase do desconfinamento, marcada para a próxima segunda-feira (19 de abril). Já Resende e Penalva do Castelo estão sob alerta, porque passaram a ter mais de 120 casos de Covid-19 por 100 mil habitantes.
O anúncio foi feito esta tarde de quinta-feira (dia 15) pelo primeiro-ministro, António Costa, que divulgou as medidas que irão entrar em vigor na nova fase do desconfinamento.
De acordo com o chefe do Governo, Carregal do Sal manteve-se acima da incidência-limite dos 120 casos por 100 mil habitantes e, por isso, não vai poder avançar mais no desconfinamento.
Quanto a concelhos como Resende e Penalva do Castelo, o primeiro-ministro alertou que estes municípios “têm de ter atenção ao desconfinamento”, apesar de avançarem no plano.
Aos jornalistas, António Costa disse que a terceira fase de desconfinamento será aplicada “à generalidade do território” nacional, incluindo alguns dos concelhos que nos últimos 15 dias tiveram uma evolução positiva dos casos. Cinfães, por exemplo, que passou a estar abaixo dos 120 casos por 100 mil habitantes pode avançar.
Entre as retomas previstas, estão as aulas presenciais dos ensinos secundário e superior, incluindo nos concelhos que não avançam para a terceira fase.
Nos outros concelhos que podem avançar para a terceira fase, já é possível reabrir todas as lojas e centros comerciais, os cinemas, teatros, auditórios e salas de espetáculos e as lojas de cidadão com atendimento presencial mediante marcação.
Os restaurantes, cafés e pastelarias também podem reabrir, mas só com um máximo de quatro pessoas no interior e até seis em esplanada. Estes espaços podem funcionar até às 22h00 nos dias úteis e até às 13h00 aos fins de semana e feriados.
Além disso, também vão retomar as modalidades desportivas de médio risco, a atividade física ao ar livre desde que seja praticada por um máximo de seis pessoas, eventos com uma diminuição de lotação, e ainda os casamentos e batizados com 25 por cento de lotação.
Aos jornalistas, António Costa alerta para os concelhos com taxa superior a 120 casos por 100 mil habitantes, “que têm de ter atenção ao desconfinamento”, pelo que não podem avançar no plano.
No balanço nacional, o primeiro-ministro apontou para uma evolução positiva, revelando que a taxa de incidência de casos no país passou de 118 para 69 casos por 100 mil habitantes nas últimas duas semanas. Ainda assim, o índice de transmissibilidade, conhecido por Rt, subiu para 1,05, o que levou António Costa a concluir que Portugal está a caminhar “para o lugar perigoso”.
O primeiro-ministro revelou que o país está em alerta amarelo, “ainda que próximo do verde”, mas garantiu que, na generalidade do território nacional, o país pode avançar no desconfinamento.
António Costa alertou ainda que Portugal “tem de continuar a batalha”, mesmo que a população vacinada contra a Covid-19 deve manter as regras de prevenção como o distanciamento e o uso da máscara.
Já os concelhos que não vão avançar no desconfinamento vão ter de trabalhar com o Governo para conter os contágios. António Costa acrescentou que Portugal cumpre com as regras “para poder ir sempre avançando” e que quer evitar uma quarta vaga da pandemia.