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Vila Nova de Paiva é o concelho onde a taxa de atração de população residente proveniente do estrangeiro é a mais elevada no distrito de Viseu e Armamar onde há mais população residente proveniente de outro município. Os dados são do estudo “O que nos dizem os Censos 2021 sobre dinâmicas territoriais”, apresentado esta quarta-feira no Instituto Nacional de Estatística (INE).
Com uma densidade populacional (Nº médio de indivíduos por Km²) de 26,6; Vila Nova de Paiva (4.662 residentes) acaba por ser o concelho com mais população proveniente do estrangeiro porque se trata de um município com uma elevada percentagem de emigrantes que mantém casa na terra de origem, mesmo já estando emigrados há largos anos, nomeadamente na França e Suíça.
E no sentido inverso, Lamego e Resende são os município onde há menos residentes provenientes do estrangeiros. Já Viseu é o concelho onde residem menos pessoas de outros concelhos.
Dos resultados dos Censos 2021 há ainda outros indicadores que valem a pena reter. Por exemplo, a proporção de população empregada na região Viseu Dão Lafões é de 39,5 e o Douro está em 37,9, sendo que a média nacional é de 42,8.
Ainda na região Viseu Dão Lafões, 22,4 por cento das pessoas trabalhava noutro município que não o seu local de residência e 39,9 por cento trabalhava no mesmo concelho, mas não na freguesia onde reside. O trabalho a partir de casa ainda é residual.
No âmbito dos movimentos entre casa e local de trabalho, o carro ganha destaque como meio de transporte utilizado. Nos 14 municípios da região Viseu Dão Lafões 83 por cento dos trabalhadores deslocam-se de automóvel. Ainda há 12 por cento que o faz a pé. Castro Daire é o concelho onde menos se utiliza o carro re Mangualde onde as pessoas mais se deslocam usando este meio de transporte.
Ainda de acordo com os resultados dos Censos, números já publicados, em 10 anos, apenas 50 dos 308 municípios de Portugal registaram uma evolução positiva da população.
Em 12 das 25 sub-regiões NUTS III (entidades intermunicipais e as duas regiões autónomas), maioritariamente no interior do país, registaram-se taxas de variação negativas da população em todos os municípios.
Barrancos (-21,59%), no Baixo Alentejo, Tabuaço (-20,72%) e Torre de Moncorvo (-20,37%), ambos na sub-região do Douro, e Nisa, no Alto Alentejo (-20,11%), perderam, na última década, cerca de 20% da sua população.