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A Assembleia Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões (CIMVDL), aprovou ontem, dia 12 de dezembro, o Orçamento e Plano de Atividades para o exercício económico de 2023 no valor de 22,7 milhões de euros. O documento foi aprovado em sessão ordinária realizada na cidade de São Pedro do Sul.
A área da Mobilidade e dos Transportes, tal como aconteceu nos anteriores exercícios económicos, continuará em 2023 a assumir um papel de relevo nas contas da CVDL. Nota para o projeto piloto de transporte flexível “Ir Vir”, agora em fase de consolidação em todo o território, assim como o lançamento do concurso publico internacional para aquisição do serviço publico de transporte de passageiros de modo rodoviário na região Viseu Dão Lafões.
No que concerne à Proteção Civil Intermunicipal e a Defesa da Floresta, setor tido como estratégico para a CIM, as brigadas de sapadores florestais darão continuidade aos trabalhos de silvicultura preventiva e manutenção da rede primária a que se associa, também, o trabalho de planeamento estratégico do Gabinete Técnico Florestal Intermunicipal. Merecem, ainda, destaque os projetos de cariz internacional, nomeadamente no âmbito do programa LIFE, em desenvolvimento no território.
Nos domínios do Turismo e da Cultura, a CIM Viseu Dão Lafões promete continuar com a programação cultural em rede, promovendo diversos espetáculos e criações de âmbito artístico e cultural, ao longo de 2023, nos 14 municípios do seu território. O plano de ação relativo aos produtos turísticos de base intermunicipal também continuará a ser implementado.
No domínio da Educação, a Comunidade Intermunicipal diz que vai continuar a executar o plano de promoção do sucesso educativo nas escolas da região, com vários projetos inovadores, em articulação com os agrupamentos de escolas e cada um dos 14 municípios.
O Orçamento para o ano 2023 contempla também o início da execução do novo quadro financeiro plurianual, estando o primeiro trimestre do ano marcado pela negociação do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial (PDCT 2030), entre a CIM Viseu Dão Lafões e as Autoridades de Gestão do PT2030.
“Este é um orçamento realista, que pretende responder aos desafios que a região tem pela frente, com olhos postos no futuro, e que pretende maximizar as várias fontes de financiamento que irão estar à sua disposição”, afirma Fernando Ruas, presidente da CIMVDL.
“Estamos certos de que o nosso sucesso, dependerá, muito, da qualidade da governança, da capacidade para decidir e agir em redes colaborativas temáticas, a partir do terreno e tendo em conta as especificidades do território”, conclui o autarca.