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Cinfães quer ser um destino para os nómadas digitais. A garantia foi dada pela autarquia local, após o concelho ter recebido recentemente um workshop dedicado ao tema no Auditório Municipal. O nomadismo digital consiste no trabalho remoto a partir de locais diversos, sem dependendo de um lugar fixo.
Em comunicado, o executivo presidido pelo autarca socialista Armando Mourisco diz que é anseio do município “integrar a primeira vaga de nomadismo digital do país, tirando partido, sobretudo, das características únicas e naturais do território”.
O primeiro passo foi dado na passada sexta-feira (dia 14), com a realização do workshop dedicado ao nomadismo digital com o apoio da Digital Nomad Association Portugal.
O encontro contou com a presença de empresários locais da restauração, alojamento e empresas de animação turística e de alunos dos cursos profissionais da Escola Profissional de Cinfães e da Escola Secundária Flávio Pinto Resende.
A autarquia de Cinfães frisa que os nómadas digitais procuram “territórios com boas condições de acesso à Internet e a oportunidade de desfrutarem do turismo local, de um estilo de vida mais tranquilo, em contacto com a natureza”, o que motivou a Digital Nomads Association a eleger Cinfães como um dos locais onde iria realizar a iniciativa.
A associação apresentou soluções e sugestões para que Cinfães possa vir a acolher profissionais de todo o mundo, das mais diversas áreas, constituindo-se “como um cluster” do nomadismo digital. O objetivo principal é tornar Cinfães num destino para os nómadas digitais, uma ideia muito bem acolhida pelos empresários locais presentes no evento.
O Governo publicou recentemente nova legislação sobre os nómadas digitais, que podem aceder a um novo visto de estada temporária e de autorização de residência. O diploma já foi publicado em Diário da República.
Quem quiser ter esse visto pode pedi-lo a partir de 20 de outubro nos consulados portugueses ou no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
Segundo a lei, para candidatar-se ao visto, o nómada digital tem de ter ganho, pelo menos, quatro vezes o salário mínimo, ou seja, cerca de 2.820 euros por mês.
O candidato tem também de trazer o contrato de trabalho, o comprovativo de residência fiscal ou uma declaração da entidade empregadora a comprovar o vínculo laboral.
Já em caso de atividade independente, o candidato deve trazer o documento do contrato de sociedade, do contrato de prestação de serviços ou da proposta de contrato de prestação de serviços.