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A circulação de comboios mantém-se suspensa hoje entre Marco de Canaveses, Régua e Pinhão, estando cancelada a venda de bilhetes neste troço da Linha do Douro, informaram fontes da IP e da CP.
A Infraestruturas de Portugal (IP) explicou à agência Lusa que, devido ao mau tempo que se fez sentir no domingo (1 de janeiro), verificou-se a queda de pedras para a linha, provocando, pelas 18h43, o descarrilamento de um ‘bogie’ (roda) do comboio entre as estações do Pinhão e Peso da Régua.
Segundo a fonte, o comboio de socorro que se deslocou para o local sofreu também um descarrilamento de ‘bogies’, devido a pedras caídas na linha, um incidente que ocorreu ao quilómetro 70,610, entre as estações de Juncal (Marco de Canaveses) e Mosteirô (Baião), no troço entre Peso da Régua – Marco de Canaveses.
A empresa disse que, no terreno, estão a decorrer os trabalhos por parte das equipas de manutenção, que se mantém suspensa a circulação entre as estações do Marco e o Pinhão e que não há, para já, previsões de normalização do serviço.
Entretanto, fonte da CP disse que, devido a uma “evidente falta de condições” para prestar o serviço, não há comboios a circular, nem há venda de bilhetes a partir do Marco de Canaveses para o troço superior da Linha do Douro.
A circulação de comboios na Linha do Douro, entre o Pinhão e a Régua, já tinha estado suspensa na sexta-feira (30 de dezembro), devido à queda de pedras para a via.
Também a circulação de comboios faz-se com constrangimentos entre Souselas e Pampilhosa, na Linha do Norte, onde “por razões de segurança, e face à instabilidade do talude de aterro ao quilómetro 228,150 (concelho de Coimbra), a circulação ferroviária efetua-se em via única entre as duas estações”, segundo a IP.
As restrições, “em resultado das condições climatéricas particularmente adversas que se têm feito sentir”, vão manter-se “até que esteja concluída a intervenção de estabilização da infraestrutura”.
A IP prevê que os constrangimentos à circulação ferroviária na Linha do Norte possam prolongar-se “durante alguns dias”, apesar das ações já implementadas, “dada a elevada complexidade da intervenção a realizar”.