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Com apenas 17 anos, Caboverdiana saiu do país e escolheu Viseu para estudar

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 Com apenas 17 anos, Caboverdiana saiu do país e escolheu Viseu para estudar - Jornal do Centro
03.09.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Com apenas 17 anos, Caboverdiana saiu do país e escolheu Viseu para estudar - Jornal do Centro
03.09.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Com apenas 17 anos, Caboverdiana saiu do país e escolheu Viseu para estudar - Jornal do Centro

Luisiane Veríssimo chegou a Portugal em 2011. No passar dos anos, visitou Espanha, país onde acabou por ficar a trabalhar como Babysitter durante um ano, bem como a Suécia, onde viveu apenas dois meses.

“Escolhi criar raízes em Portugal, porque é um país a nível europeu que acolhe e integra os que vêm de outro país e esta foi uma das prioridades, visto que também tem acordos a nível escolar e burocrático com Cabo Verde”, conta a jovem de 29 anos.

Apesar da sua formação passar por Técnica de Gestão e Informática, Luisiane Veríssimo, com o objetivo de aprender mais, está atualmente a terminar o curso de Técnica de Comunicação-Marketing, Relações Públicas e Publicidade.

Questionada sobre a mudança para o nosso país, confessa que “a mudança foi muito boa, inicialmente, fiquei a viver por uns dias em Lisboa, até conseguir reunir todos os documentos necessários para estar legalmente. Posteriormente vim para Viseu.”

Ao comparar Portugal ao seu país de origem, a caboverdiana faz questão de destacar que “na Europa a vida é mais corrida, muito mais stressante a nível profissional, e no dia a dia.” No entanto, confessa que se habituou e identificou-se rapidamente com o “povo português”.

Escolheu Viseu para viver e estudar, e o que mais lhe cativa da cidade de Viriato são as “oportunidades em sentido profissional, da empatia das pessoas, do verde da natureza, das aldeias e de ser uma cidade pequena de fácil deslocação”.

No futuro, sonha criar um negócio no país de origem, tendo sempre “Portugal como segunda casa”. Desde 2011 que apenas regressou uma vez a Cabo Verde. As saudades falam mais alto. Do clima, de “andar descalça pelas ruas” e acima de tudo, da “família”. A promessa de voltar ao seu país continua em cima da mesa.

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