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Comunidade moçambicana sai à rua este sábado em Viseu

Comunidade moçambicana quer mostrar a sua "indignação e preocupação" com a situação que se vive no país após as eleições de 9 de outubro. Concentração será na Santa Cristina, seguida de marcha pacífica até ao Rossio

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 Comunidade moçambicana sai à rua este sábado em Viseu

A comunidade moçambicana em Viseu vai manifestar-se este sábado (23 de novembro) no centro da cidade, em protesto contra a situação que se vive no país após as eleições de 9 de outubro.

A concentração está marcada para as 15h00 na Santa Cristina e a marcha pacífica começa meia-hora depois, em direção ao Rossio, onde os manifestantes vão denunciar “atropelos” à Constituição moçambicana e “crimes” contra a população por parte das autoridades do país lusófono.

A organização conta ter entre 25 e 30 pessoas na manifestação em Viseu, mas acredita que o número possa vir a aumentar com participantes vindos de outras cidades como Porto e Coimbra, onde estas ações também têm vindo a ser realizadas.

Os promotores justificam esta iniciativa com a vontade de “expressar a profunda indignação e preocupação face aos acontecimentos ocorridos após as eleições presidenciais do passado dia 9 de outubro”.

“Este processo foi marcado por fraudes seguidas de violência e intimidação promovidas pelas forças policiais sob controle do governo moçambicano”, afirmam os organizadores que exigem a reposição da “verdade eleitoral” e denunciam a violação dos direitos da população de Moçambique.

Segundo dados dos Censos de 2021, citados pela Pordata, a comunidade moçambicana no concelho de Viseu é composta por 48 pessoas. No distrito de Viseu, o número aumenta para 76, também de acordo com os Censos.

A atual situação em Moçambique tem sido marcada por paralisações e manifestações convocadas pelo candidato presidencial Venâncio Mondlane, que não reconhece os resultados das eleições gerais de 9 de outubro, anunciados pela Comissão Nacional de Eleições moçambicano, mas que ainda têm de ser validados pelo Conselho Constitucional.

Venâncio Mondlane contesta a atribuição da vitória a Daniel Chapo, candidato apoiado pela Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, no poder), com 70,67% dos votos. Também outros candidatos da oposição pediram nos últimos dias a anulação e repetição das eleições, alegando várias irregularidades no processo.

O atual presidente moçambicano, Filipe Nyusi, disse na terça-feira (19 de novembro) que se registaram nos “últimos dias” mais de 200 manifestações pós-eleitorais que provocaram 807 feridos e 19 mortos em Moçambique.

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