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A pandemia tornou as empresas mais humanas? Quais as melhores práticas para ter colaboradores e líderes mais motivados?
Algumas questões que empresários, médicos e mentores estiveram a responder no primeiro dia da conferência de recursos humanos promovida pela AIRV. Uma reflexão para melhorar a saúde das organizações. A palavra dada aos protagonistas, entre eles o psiquiatra Fidalgo de Freitas, a coach Alexandra Lopes, a psiquiatra Ana Carolina Pereira. Responsáveis pela área de recursos humanos como Sofia Fonseca, Flávia Ferreira ou Rita Ventura também entraram na discussão.
A partilha de boas práticas empresariais foi outro dos momentos desta conferência. Empresas como Coverflex, LSI Stone e Head of People deixaram o seu contributo.
Antes, na abertura, a diretora do centro de emprego de Viseu realçou que a pandemia trouxe novos caminhos a percorrer em matérias de recursos humanos. A responsável reconheceu que é preciso “ir mais além, isto porque a polarização do mercado de trabalho, a diversidade das competências e as constantes mutações que estamos a viver trazem novos métodos e a pandemia foi o maior exemplo”.
Já o presidente da AIRV, João Cotta, defendeu “empresas mais inclusivas, tolerantes, sem preconceitos, diversas e que expressem a gratidão e aceitem os erros e as vulnerabilidades”.
Um dos convidados foi o médico Manuel Pinto Coelho, conhecido pela sua controvérsia na abordagem clínica aos problemas de saúde. Neste encontro, o clínico voltou a deixar a sua receita: vitamina D. Quem sabe, a forma de promover a qualidade de vida e bem estar dos colaboradores nos negócios.
A Conferência de Recursos Humanos decorre na sede da AIRV, em Viseu, e conta com o apoio do Jornal do Centro.
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