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O ex secretário de Estado do PSD, Leitão Amaro, aguarda pelo que vai ser anunciado no plano nacional ferroviário e na Conversa Central desta semana diz que se não estiver incluída a ligação de Viseu é um traição para com a região.
Na análise política da semana, o social-democrata aborda ainda o tema da justiça e da Operação “Marquês” que envolve o ex-primeiro-ministro José Sócrates e aponta o dedo aos responsáveis.
“Há duas observações a fazer. A primeira sobre o que diz a decisão instrutória, que apreciação devemos fazer sobre o funcionamento da justiça e a outra é para o futuro e é o que se pode fazer”, começa por sublinhar, avançando que concorda com Rui Rio quando diz que “nunca é cedo para realizar a reforma da justiça”.
Se no campo judicial há polémicas nas decisões e na forma como foram anunciadas pelo juiz Ivo Rosa e Leitão Amaro aguarda pela decisão da Relação; já no plano político não tem dúvidas de que há três níveis de responsabilidade. O primeiro, José Sócrates, “o homem que não pode merecer alguma vez mais confiança para representar os portugueses”.
O homem que recebeu dinheiro para influenciar decisões públicas”. Depois, todo o governo que estava na altura. “Os governos não são órgãos individuais, são colegiais. Daí muitas das decisões serem votadas, discutidas em reuniões de conselhos de ministros e secretarias de estado. Ora, esta corrupção não aconteceu no vazio, mas continuamos a falar de responsabilidade política”, frisa. Por fim, a cúpula do PS.
Da Operação “Marquês” para o Plano Nacional Ferroviário. O documento vai ser apresentado na próxima segunda-feira e Leitão Amaro diz que será uma “traição” se não se falar do comboio em Viseu. O ex-secretário de Estado lembra, contudo, que se trata de um plano como muitos outros que já foram apresentados e que é um documento de intenções ainda sem investimentos concretos.