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Correia de Campos admite que governo “enganou” os viseenses com a Faculdade de Medicina

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 Correia de Campos admite que governo “enganou” os viseenses com a Faculdade de Medicina - Jornal do Centro
07.05.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Correia de Campos admite que governo “enganou” os viseenses com a Faculdade de Medicina - Jornal do Centro
07.05.21
Fotografia: Jornal do Centro
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O ex-ministro da Saúde, Correia de Campos, admite que há mais de dez anos o governo socialista da altura “enganou” os viseenses, que o Hospital de Viseu esteve “mal” no início da pandemia e que agora chegou a hora de corrigir um erro histórico com mais de 100 anos para com a cidade.
O socialista, natural de Viseu, é o novo comentador da Conversa Central, um programa semanal de análise política da Rádio Jornal do Centro.

Na estreia, Correia de Campos lembra uma das causas que defendeu, até numa altura em que era membro da Assembleia Municipal, com a criação da Faculdade de Medicina. A história está a ser escrita pelo próprio, mas há capítulos que desvenda já. Um deles é a parte positiva que ficou desta luta por uma escola que nunca veio para Viseu. “Todas as forças políticas estiveram a favor dessa criação”, recorda. O outro capítulo é sobre a atuação do governo socialista da altura.

“Foi um erro do governo de então e, sobretudo, uma deslealdade porque, provavelmente, tinha já a ideia pré-concebida de localizar a nova faculdade no interior, na Covilhã. Mas deveria tê-lo dito abertamente. Mas não, montou um simulacro de concurso público, fazendo com que várias localidades se candidatassem, apresentando os seus argumentos. Eu próprio colaborei com muita gente de Viseu e, encontros com grandes especialistas do ensino da medicina e fizemos uma exposição de grande qualidade para justificar a criação do Instituto em Viseu. Ao fim ao cabo andaram a brincar connosco porque a decisão estava tomada”, relata.

Para Correia de Campos, hoje já não faz sentido voltar a reivindicar pela Faculdade de Medicina. “Penso que não há condições”, diz, sustentando que o que interessa agora é “recuperar o Hospital de Viseu”. “O governo atribuiu -lhe a categoria de central, mas creio um pouco como mecanismo de compensação. Entretanto, surgiu o setor privado e o Hospital perdeu recursos humanos e a verdade é que se criou uma desigualdade de circunstâncias. O Estado paga a formação dos profissionais e depois no seu auge de capacidade produtiva vão para o setor privado. Uma das coisas que mais me custou ver no princípio da pandemia foi o de não termos sido capazes de desenvolver no nosso Hospital Central meios analíticos para fazer a identificação dos casos Covid-19. Estivemos durante muito tempo dependentes da Guarda. Foi um erro muito grande, uma inércia, uma situação de passividade perante a gravidade do problema que me custou muito ver. O hospital deveria ter assumido essa responsabilidade”, afirma.

O ex-ministro já foi membro da Assembleia Municipal de Viseu, tendo deixado agora as funções de presidente do Conselho Geral do Politécnico. Faz ainda parte da direção de associações de solidariedade. Diz que o concelho está na sua vida e, também por isso, quer que seja corrigida uma injustiça com mais de 100 anos. Fala do regresso do comboio à cidade e na sua ligação à linha da Beira Alta. Uma ligação que já deveria ter acontecido há mais de um século e que inicialmente não foi feita por causa dos grandes proprietários que não deixaram e, mais tarde, por causa do lóbi rodoviário.

O socialista acredita que agora é altura de corrigir o erro, mas que, apesar da discussão à volta do comboio, não se deve abandonar a luta pela autoestrada Viseu/Coimbra.

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