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Covid-19: incidência em Viseu está a descer há duas semanas

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 Covid-19: incidência em Viseu está a descer há duas semanas - Jornal do Centro
16.02.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Covid-19: incidência em Viseu está a descer há duas semanas - Jornal do Centro
16.02.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Covid-19: incidência em Viseu está a descer há duas semanas - Jornal do Centro

A incidência de Covid-19 não para de baixar em Viseu. Os números têm vindo a diminuir desde há já cerca de duas semanas.

Esta quarta-feira (16 de fevereiro), a taxa em Viseu é de 4.506 casos por 100 mil habitantes. No dia de ontem (terça-feira, dia 15), foram registados 213 casos novos na cidade.

A incidência era antes de 4.949 casos por 100 mil habitantes. Há um mês, a 16 de janeiro, a incidência em Viseu era de 3.600 casos.

Entretanto, durante as últimas horas, a região de Viseu registou, pelo menos, 311 novos casos confirmados de infeção pelo coronavírus, de acordo com as informações das autarquias locais.

Tondela reportou esta tarde mais 75 infetados, depois de ter comunicado outros 95 nas últimas horas. Tem hoje 1.147 casos ativos.

Já o concelho de Mangualde teve mais 43 infeções, com 550 casos ativos, enquanto Lamego registou 38 contagiados, contando agora com 444 ativos.

Por fim, houve também registo de novos casos em Carregal do Sal (mais 23), Nelas (mais 22) e Penalva do Castelo (mais 15).

Nos recuperados, Lamego registou mais 90 curados do novo coronavírus, Carregal do Sal 27 e Penalva do Castelo 18.

No Hospital de Viseu, o último balanço dá conta de mais um morto, 10 altas e sete admissões de novos doentes nas últimas horas.

Ao todo, estão internadas 73 pessoas com Covid-19, 71 delas em enfermaria e duas nos cuidados intensivos. Houve menos quatro internados no balanço total em comparação com os dados de terça-feira.

Desde o início da pandemia, a região de Viseu já contabilizou um total de 59.295 casos, 710 óbitos e 45.368 recuperados. Há agora o registo de, pelo menos, 2.898 casos ativos no distrito segundo as informações mais recentes.

No distrito, o pico da última vaga terá sido atingido no início de fevereiro. Os números e casos divulgados demonstram que tal foi alcançado na primeira semana deste mês.

Por exemplo, a 1 de fevereiro, Viseu tinha uma taxa de incidência de 8.181 casos por 100 mil habitantes, de acordo com as autoridades de saúde. Já no dia 4, a mesma taxa era de 8.462 casos por 100 mil habitantes.

A incidência começou a baixar a partir do dia seguinte (dia 5), quando Viseu registou 8.266 casos por 100 mil habitantes.

Quinta-feira poderá ser o “dia da libertação”

A nível nacional, Portugal registou 20.041 novas infeções com o coronavírus e mais 46 mortes associadas à Covid-19.

Segundo o boletim epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde, estão internadas 2.141 pessoas, menos 129 do que na terça-feira, enquanto nas unidades de cuidados intensivos estão 142 pessoas, menos cinco.

Nem todos os internamentos se devam à Covid-19, podendo ser motivados por outras patologias apesar da existência de infeção com SARS-CoV-2.

O número de casos ativos diminuiu para 536.483, menos 352 do que na terça-feira, e nas últimas 24 horas foram dadas como recuperadas 20.347 pessoas para um total de 2.574.750.

Nas últimas 24 horas deixaram de estar em vigilância 13.672 contactos, mas as autoridades de saúde mantêm 561.116 pessoas nestas condições.

Desde março de 2020, foram infetadas em Portugal 3.131.889 pessoas com o SARS-CoV-2 e foram declaradas 20.666 mortes associadas à Covid-19.

Entretanto, com a diminuição de casos nos últimos tempos, está à vista um eventual alívio das restrições decretadas pelo Governo. As medidas em vigor para controlar a pandemia deverão ser revistas na quinta-feira (dia 17), depois dos peritos terem sugerido um alívio nas restrições, como o fim das limitações de acesso a lojas, bares e discotecas.

Apesar de ainda existirem incertezas, como afirmou a ministra da Saúde, Marta Temido, Portugal está numa nova fase da pandemia devido à alta taxa de vacinação e à menor gravidade associada à variante Ómicron. Segundo a DGS, o pico da quinta vaga da pandemia a nível nacional foi atingido a 28 de janeiro.

Os peritos reunidos hoje no Infarmed, em Lisboa, sugeriram que o acesso a lojas, bares e discotecas passe a ser feito sem limitações e restrições e que o certificado digital, hoje obrigatório para acesso a restaurantes, estabelecimentos turísticos, alojamento local e espetáculos culturais, passe a ser usado apenas “em contexto de saúde ocupacional”.

O uso de máscara deve ser apenas obrigatório em espaços interiores públicos, serviços de saúde e transportes. No exterior, a máscara deve ser apenas usada em áreas com grande densidade populacional.

Já o teletrabalho deve deixar de ser recomendado, passando o trabalho presencial a fazer-se sem limitações. A testagem passa a ser recomendada em populações de maior vulnerabilidade (admissão nos lares e antes de internamento hospitalar), funcionários do pré-escolar, em locais de maior risco de transmissão e quando existem sintomas, em contexto de diagnóstico.

Os peritos ouvidos na reunião do Infarmed sobre a evolução da pandemia propõem ainda um sistema de vigilância de infeções respiratórias que integre o vírus SARS-Cov-2, o da gripe e o vírus sincicial respiratório, que afeta crianças.

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