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A população da região de Viseu concorda com o fim do uso das máscaras, sobretudo no exterior, e também é favorável ao fim do isolamento devido à Covid-19.
Muitos especialistas têm vindo a antecipar o alívio das restrições decretadas por causa da pandemia perante a descida do número de casos.
Os números apontam para uma estabilização da pandemia em Portugal, enquanto a região tem vindo a registar um decréscimo nas incidências, nomeadamente em Viseu.
Ouvida pelo Jornal do Centro, Gisela Teixeira diz que concorda sobretudo com o fim do uso da máscara. Esta mulher acredita que a população vai ficar imunizada do vírus com o tempo.
“Acho que, mais dia menos dia, grande parte da população vai acabar por apanhar o vírus. Muitos de nós já fomos contaminados e, à medida que o tempo vai passando, isto vai ser como uma gripe. Vamos acabar por estar imunes com a vacinação e o fim do isolamento”, refere.
Quem também concorda com o alívio é Pedro Correia, que acha que o país nem devia ter adotado as medidas tomadas para combater o vírus.
“Eu concordo com o fim da máscara e dos isolamentos e também acredito piamente que nem sequer devíamos os ter começado à semelhança da Suécia, que tem os resultados que tem sem ter a necessidade de fazer fosse o que fosse porque não obrigam ninguém a confinar, nem a usar máscara e muito menos obrigam alguém a tomar a vacina”, diz.
De resto, Pedro Correia considera que devia ter sido adotada “a medida mais científica de todas, que é manter a calma”.
Apesar de também concordar com a libertação da sociedade, António Lourenço garante que continua a proteger-se “a 100 por cento”.
Já Cláudia Ramos considera que as máscaras devem continuar a ser usadas em espaços fechados e entende que o fim do seu uso só pode avançar “sempre que houver condições de segurança”. “Ao ar livre, penso que já não faz sentido estarmos a usar a máscara, mas acho que devemos continuar a usar nos espaços fechados”, diz.
Quanto ao fim dos isolamentos, Cláudia Ramos entende que, com a elevada percentagem de vacinação registada, estão criadas condições de segurança para que isso aconteça.
O bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, já defendeu que o levantamento das últimas restrições seja feito até 20 de março, no início da primavera.
A diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, já admitiu recentemente que as pessoas que estejam infetadas, mas sem sintomas da Covid-19 possam vir a ser dispensadas de fazer isolamento.
Entretanto, de acordo com os mais recentes números, a cidade de Viseu tem esta sexta-feira (11 de fevereiro) uma taxa de incidência de 6.366 casos por 100 mil habitantes. O número tem vindo a baixar desde o passado fim de semana. Ontem (dia 10), Viseu detetou 251 novos casos.