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Covid-19: Saúde Pública diz que respostas dos serviços foram postas à prova

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 Covid-19: Saúde Pública diz que respostas dos serviços foram postas à prova - Jornal do Centro
12.03.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Covid-19: Saúde Pública diz que respostas dos serviços foram postas à prova - Jornal do Centro
12.03.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Covid-19: Saúde Pública diz que respostas dos serviços foram postas à prova - Jornal do Centro

Dois anos depois do primeiro caso de infeção por Covid-19 conhecido em Viseu, a 15 de março de 2020, Sara Dias, médica de Saúde Pública, fez um retrato do trabalho feito para dar resposta à pandemia.

Sara Dias lembra que a preparação começou “muito antes da deteção do primeiro caso em Portugal”. “Foi necessário preparar os planos de contingência das instituições de saúde, com sucessivas adaptações consoante a evolução do conhecimento sobre o vírus SARS-CoV-2, a sua forma de transmissão, os métodos de diagnóstico e os sinais e sintomas”, disse.

Um dos principais desafios foi a reorganização dos servições de saúde que tiveram que “priorizar a resposta à pandemia”. “A intervenção da unidade de saúde pública teve que se focar na identificação e rastreio de contactos dos casos confirmados e na implementação de medidas de controlo da transmissão da infeção, quer a nível da comunidade, quer em contexto de instituições onde residem pessoas mais vulneráveis”, lembrou.

Mas, não foram só os médicos e enfermeiros que tiveram que se reajustar, “outros profissionais de saúde tiveram formação para colaborar com as autoridades de saúde nestas atividades, atendendo ao elevado número de novos casos que se verificou”, explicou.

Sara Dias destacou ainda todos aqueles que, não sendo médicos ou enfermeiros, acabaram por ter que se juntar aos profissionais de saúde, sobretudo quando os casos aumentaram exponencialmente.

“Para além de profissionais de saúde, contámos com a colaboração de elementos das forças armadas, que foram alvo de formação e acompanhamento pela unidade de saúde pública. Esta colaboração foi decisiva, pelo empenho demonstrado por estes elementos, com verdadeiro espírito de missão e dedicação”, disse.

E foi quando os números começavam a subir, chegaram a registar-se 1500 casos diários, “que as respostas dos serviços de saúde foram postas à prova”.

“Ao longo da evolução epidemiológica da pandemia, com o decorrer das vagas caracterizadas por um aumento do número de casos, as respostas dos serviços de saúde foram postas à prova. A unidade de saúde pública, em especial, deparou-se com a necessidade de intervenção simultânea, no mesmo dia, em dezenas de estruturas residenciais para idosos e centenas de turmas em contexto escolar, decorrentes dos mais de 1500 novos casos diários que se verificaram em vários dias na região abrangida pelo agrupamento de centros de saúde Dão Lafões”, recordou.

Sara Dias lembra que nesta luta conjunta de resposta à pandemia, foi possível “fomentar a articulação e colaboração entre os serviços de saúde e outras instituições”. “Destaca-se o imprescindível papel das autarquias, das comissões municipais de proteção civil, tendo sido esta articulação crucial para o controlo da pandemia, acrescentou.

Vacinação e medidas preventivas mudaram o curso dos acontecimentos
A vacinação contra a COVID-19 iniciou-se em dezembro de 2020 e “foi de extrema importância para alteração do curso da pandemia”.

“Pese embora nem sempre evite a infeção, a vacinação evita doença grave na grande maioria dos casos, o que é um enorme ganho, sobretudo em populações mais vulneráveis”, lembrou Sara Dias.

Também as medidas preventivas, e a crescente adesão da população às mesmas, facilitou a pronta resposta dos serviços de saúde.

“Ao longo da nossa intervenção, verificámos uma mobilização crescente da população para adesão às medidas preventivas, sendo que a maioria das pessoas procurava informar-se e atuar de acordo com as recomendações transmitidas pelos profissionais de saúde. A par da vacinação, permitiu que fosse alterado o paradigma de intervenção das serviços de saúde no controlo da transmissão da infeção, já que, atualmente, estão disponíveis todas as ferramentas para que cada cidadão possa realizar testes, identificar contactos, e ter o adequado encaminhamento para serviços de saúde, caso seja necessário ser observado, através do contacto com a Linha SNS24”.

Unidades de saúde mantém a intervenção. Números estão a aumentar
Os serviços de saúde, especialmente as unidades de saúde pública, “mantém a intervenção no âmbito da pandemia, sobretudo na implementação de medidas de controlo da transmissão em instituições onde residem pessoas vulneráveis, como, por exemplo, as estruturas residenciais para idosos”, salientou Sara Dias.

A delegada de saúde pública reforça que “nos últimos dias tem-se verificado um aumento do número de novos casos, pelo que continua a ser fundamental a adoção das medidas de prevenção, a vigilância de sintomas e a realização de teste sempre que recomendado”.

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