Person in a gray sweater makes ASL signs toward the camera, with both hands visible in the frame.
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Modern single-story house exterior at dusk with large glass sliding doors showing warmly lit living and dining areas outside landscaped yard.
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People wearing over-ear headphones at an outdoor listening event, with a large headset prop in the foreground.
Group of pageant contestants in evening gowns/swimwear with sashes standing on a brightly lit stage, audience seated in foreground.
Six young dancers pose with medals and a large trophy in front of a dance competition backdrop, Portugal flag visible behind them.
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CPCJ de Sátão acompanhou mais de mil crianças em 18 anos de intervenção

Comissão assinala aniversário a 9 de abril

02.04.26
fotografia: Jornal do Centro
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02.04.26
Fotografia: Jornal do Centro
Poster publicitário em português com a frase central 'Vai tudo para o mesmo lixo' e o slogan 'Começa por reciclar as desculpas'. campanha ambiental sobre reciclagem e responsabilidade.
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A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Sátão acompanhou 1045 crianças e jovens ao longo dos últimos 18 anos, anunciou a instituição que este mês assinala o seu aniversário.

Segundo a presidente da CPCJ de Sátão, Rute Almeida, este trajeto tem sido feito com “grande exigência e sentido de missão”. “Todos os dias tentamos fazer do mundo um lugar melhor para estas crianças e jovens, acreditando que é possível fazer a diferença”, afirma, sublinhando o envolvimento e dedicação das equipas.

Ao longo dos anos, a comissão tem lidado com situações complexas, desde negligência e violência doméstica a maus-tratos físicos e psicológicos, abandono ou comportamentos de risco. “Cada criança traz um percurso único, muitas vezes marcado por sofrimento e fragilidades, que exige não só conhecimento técnico, mas também equilíbrio emocional por parte dos profissionais”, destaca.

A responsável reforça ainda que o trabalho da CPCJ assenta numa intervenção de proximidade, articulada com diversas entidades, privilegiando sempre o superior interesse da criança. “A infância exige responsabilidade. As crianças precisam de figuras de referência e de adultos capazes de transformar medos e frustrações em oportunidades de crescimento”, refere.

Criadas para atuar de forma precoce e eficaz em situações de perigo, as CPCJ desempenham um papel no sistema de promoção e proteção, baseado no princípio de que a responsabilidade é partilhada por toda a comunidade. Como recorda Rute Almeida, “é preciso toda uma aldeia para cuidar das suas crianças”.

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