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Crise energia: Comerciantes pedem reforço de policiamento com montras desligadas

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 Crise energia: Comerciantes pedem reforço de policiamento com montras desligadas - Jornal do Centro
27.09.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Crise energia: Comerciantes pedem reforço de policiamento com montras desligadas - Jornal do Centro
27.09.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Crise energia: Comerciantes pedem reforço de policiamento com montras desligadas - Jornal do Centro

O presidente da Associação Comercial do Distrito de Viseu (ACDV) reivindica um reforço de policiamento nas zonas em que as montras das lojas serão desligadas durante a noite. O pedido é feito depois de o Governo aconselhar os lojistas a desligarem “a iluminação de montras e similares após o encerramento dos estabelecimentos”.

Esta é uma das várias medidas propostas pelo executivo de António Costa e que estão inscritas no plano de poupança energética, desenhado para enfrentar a crise energética. Nesse documento, publicado esta terça-feira em Diário da República, é ainda recomendado que no período do Natal, de 6 de dezembro a 6 de janeiro, a iluminação típica da época só esteja ligada entre as 18h00 e as 24h00.

O Governo recomenda também a adoção do teletrabalho, sempre que seja possível. Para a indústria é aconselhada a redução da climatização. A tutela vai ainda promover a mobilidade a pé e a redução da velocidade nas estradas para o máximo de 100 quilómetros.

Ouvido pelo Jornal do Centro sobre estas medidas, o presidente da ACDV, Gualter Mirandez, disse que apoia as medidas anunciadas pelo executivo de António Costa e que visam a poupança de energia.

Quanto à questão da iluminação em concreto, o dirigente associativo explicou que “em cidades como Viseu as luzes das montras servem de complemento à iluminação pública, onde esta é débil ou reduzida”, pelo que se as vitrines estiverem às escuras terá que haver mais policiamento.

“Se reduzirmos a iluminação terá que haver mais polícia na rua e mais fiscalização para as ruas continuarem a ser seguras para as pessoas e comerciantes”, defendeu.

Gualter Mirandez diz não ter objeções quanto à redução da iluminação de Natal.

Já no que toca ao teletrabalho, admite que se as pessoas ficarem mais por casa haverá menos consumo nos estabelecimentos, sobretudo em restaurantes e cafés durante o período da manhã e de almoço.

“As pessoas só sairão de casa se tiveram essa necessidade”, acrescentou.

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