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Person in a gray sweater makes ASL signs toward the camera, with both hands visible in the frame.
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Modern single-story house exterior at dusk with large glass sliding doors showing warmly lit living and dining areas outside landscaped yard.
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People wearing over-ear headphones at an outdoor listening event, with a large headset prop in the foreground.
Group of pageant contestants in evening gowns/swimwear with sashes standing on a brightly lit stage, audience seated in foreground.
Six young dancers pose with medals and a large trophy in front of a dance competition backdrop, Portugal flag visible behind them.
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Cultura: Arqueólogos contam com “profissional da área” e alertam para setor em rutura

Aerial view of a sandy beach with large stone letters forming a message, promoting recycling; below, the slogan 'Começa por reciclar as desculpas' and a call to action with a URL.
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29.03.24
fotografia: Jornal do Centro
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29.03.24
Fotografia: Jornal do Centro
Poster publicitário em português com a frase central 'Vai tudo para o mesmo lixo' e o slogan 'Começa por reciclar as desculpas'. campanha ambiental sobre reciclagem e responsabilidade.
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O Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia reagiu positivamente ao facto de a próxima ministra da Cultura ser uma profissional da área dos museus e do património, e alertou desde logo para um setor que afirma estar “em rutura”.

A historiadora de arte Dalila Rodrigues, diretora do Mosteiros dos Jerónimos e da Torre de Belém desde 2019, foi indicada para ministra da Cultura do novo governo, cuja orgânica foi apresentada hoje ao Presidente da República pelo primeiro-ministro indigitado, Luís Montenegro.

O Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia (STArq), através do seu presidente, Régis Barbosa, realçou a falta de trabalhadores no setor, a necessidade de haver “mais contratações” e de se empreender a modernização que se impõe nas diferentes áreas da arqueologia.

Em declarações à agência Lusa, Régis Barbosa afirmou-se preocupado com “a grande falta de arqueólogos”, alertando para a possibilidade de o setor “poder entrar em rutura durante a próxima legislatura”.

Como exemplo, o responsável deu conta da saída de três arqueólogos do Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática (CNANS), na semana passada.

“Há falta de trabalhadores na arqueologia e as estruturas estão mal implementadas”, sustentou.

Régis Barbosa alertou ainda para a necessidade de o próximo Governo clarificar tutelas na arqueologia, entre o Ministério da Cultura e o Ministério da Coesão Territorial.

A arqueologia “depende muito das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional”, explicou Régis Barbosa, “e estas estão na alçada do Ministério da Coesão Territorial”, que será liderado por Manuel Castro Almeida, indicado para o ministro adjunto e da Coesão Territorial.

O primeiro-ministro indigitado, Luís Montenegro, e os ministros do XXIV Governo Constitucional tomam posse na terça-feira e os secretários de Estado na sexta-feira. O debate do programa de Governo está marcado para 11 e 12 de abril.

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