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Da lesão à criação de uma marca que reutiliza tábuas de skate

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 Da lesão à criação de uma marca que reutiliza tábuas de skate - Jornal do Centro
26.06.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Da lesão à criação de uma marca que reutiliza tábuas de skate - Jornal do Centro
26.06.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Da lesão à criação de uma marca que reutiliza tábuas de skate - Jornal do Centro
Deslizando sobre rodas, entre caminhos ainda em descoberta. João Mota, viseense de 25 anos, que nasceu com o dom de andar skate. Para além de um desporto, é o seu refúgio. Desde muito cedo que o skate passou a ser o seu melhor amigo. Como presente da sua avó, recebeu o primeiro skate numa idade ainda tenra. Apenas com 12 anos, junto dos seus amigos apaixonados pelo skateboarding, que João Mota começou a levar o desporto mais a sério, sendo algo indispensável na sua vida. O talento de João é algo espontâneo ou apenas fruto do trabalho? Para ele foi algo natural, pois aprendeu “a andar cada vez melhor, conforme a prática de mais manobras”, refere. Esta paixão vai muito além dos torneios e dos respetivos prémios. “Já participei em algumas competições, mas nunca fui muito competitivo. Sempre andei por diversão, os campeonatos serviam mais para juntar os amigos e estarmos em convívio”, afirma. Feliz pelo simples sentimento de liberdade em colocar os seus pés sobre a tábua de ácer. Há riquezas que não são monetárias. E João sabe melhor do que ninguém. O skate e o convívio com os amigos que partilham da mesma paixão é o melhor da sua vida. Apesar da sua ambição, a felicidade remete-se à beleza das ruas, onde a superação pessoal é uma vitória, repetindo várias vezes a mesma manobra. Insiste, cai e não desiste. É este o seu lema. “Na altura, em Viseu, não existia Skate Park, dando-me motivação para praticar em escadas, grades e corrimões – características próprias das zonas urbanas -, daí não ter adquirido uma elevada experiência em rampas”, conta João, sendo um exemplo também de outros skaters. Além das ruas lhe proporcionarem tudo isto, a parte social sempre foi algo presente na sua vida. “Eu e os meus amigos íamos a vários sítios andar e, a partir daí, surgiu realmente uma grande paixão, deixando de ser algo banal e passando a ser uma peça essencial na minha vida. O skate para mim é isso mesmo, uma forma divertida de ir com os meus amigos a outros lugares, outras cidades, outros países. Tenho o sonho de um dia ir com os meus amigos a Barcelona e/ou Los Angeles, pois são os locais onde se juntam mais pessoas para andar de skate e conviver”, desabafa, esperançoso. O sonho mantém-se junto desta paixão. Tudo tem os seus riscos e, devido a algumas lesões, teve de parar de praticar skate durante 9 meses, numa altura em que considera que “estava em boa forma física”. Não deixou de ter o skate perto de si e aproveitou o tempo que esteve condicionado para criar uma marca que reutiliza tábuas de skate, de seu nome “CORE – recycled skateboards”. Fez-se luz. Dos esboços no papel para o produto físico. João, não desistiu de estar interligado com o mundo do skate. Tal como faz diariamente com as suas manobras. Não desiste. Persiste até sair na perfeição. Desde candeeiros, anéis, brincos, entre muitos outros objetos, criou a sua identidade. Após término da lesão, continuou a produzir mais peças.
 Da lesão à criação de uma marca que reutiliza tábuas de skate - Jornal do Centro
 Da lesão à criação de uma marca que reutiliza tábuas de skate - Jornal do Centro
Neste momento o jovem produz as peças não só com o intuito de encomenda-venda, mas também por gosto próprio. Já teve oportunidade de expor as suas peças no espaço “Cava Galeria”, situada no centro da cidade de Viseu. Outro dos seus trabalhos passa por fazer a programação numa empresa farmacêutica. Um jovem ativo e predisposto a trabalhar pelo que lhe faz realmente feliz. “Como se costuma dizer, há males que vêm por bem. Apesar de ter sido uma paragem que me custou muito na altura, acabei por investir bem o meu tempo. Comecei a dedicar-me mais a essa vertente e até hoje não parei! E por isso mesmo, eu digo que nunca irei estar fora do mundo do skateboarding, de uma maneira ou de outra, estarei sempre presente e sou muito feliz”, conclui, orgulhoso do que já conquistou até agora.
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