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De Sezures para as montanhas suíças

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 De Sezures para as montanhas suíças - Jornal do Centro
14.08.21
fotografia: Jornal do Centro
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 De Sezures para as montanhas suíças - Jornal do Centro
14.08.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 De Sezures para as montanhas suíças - Jornal do Centro

“Emigrei em 1990 para ajudar os meus pais a ter uma vida melhor”, explica a emigrante, natural de Sezures, no concelho de Penalva do Castelo.

Maria vive e trabalha em Savièse, no cantão de Valais, um dos 26 existentes na Suíça. Não escolheu a cidade para onde se mudou. Como lhe arranjaram trabalho não pensou duas vezes em mudar de vida.

“Atualmente sou trabalhadora independente. Trabalho nas minhas vinhas. Na Suíça só trabalhei nas vinhas e num lar como auxiliar de saúde”, conta.

A chegada ao país helvético foi tranquila. Garante que gostou logo “muito”. Como foi viver para uma zona de vinhedo era “como se estivesse em Portugal”.

Não tem reclamações a fazer do trabalho, mas não pode dizer o mesmo dos portugueses que, diz, não ajudam os conterrâneos, “muito pelo contrário”.

“Os suíços são um pouco antipáticos, pelo menos na zona onde estou. Para eles nós só estamos aqui para fazermos o que eles não querem. A minha opinião continua desde que cheguei”, refere, sem esconder que já se sentiu discriminada por ser estrangeira.

A natureza, o sentimento de segurança e o chocolate são os aspetos que destaca pela positiva na Suíça. De negativo aponta “o custo de vida e a falta de empatia que as pessoas têm para com os emigrantes”.

Maria de Fátima Lourenço visita Portugal pelo menos uma vez por ano, por norma no verão. No Natal, sempre que pode, também faz questão de ir à terra natal para matar saudades da sua “querida mãe”, restantes familiares e também das tradições portuguesas.

O regresso em definitivo é um objetivo, mas como os seus filhos já são crescidos tudo “torna-se mais complicado”.

A pandemia, que a afastou da família e que trouxe incerteza até do ponto de vista económico, fez com que ponderasse ainda mais em voltar.

“Pensei nisso vezes sem conta. Só de pensar que estamos sujeitos a perder os nossos e não aproveitamos o amor e o colo uns dos outros”, finaliza.

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