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A deputada do PS na Assembleia Municipal de Viseu, Lúcia Silva, acusou hoje a maioria PSD de ter mudado para as sextas-feiras as sessões do órgão autárquico apenas quando o líder da bancada dos sociais-democratas, Pedro Alves, deixou o cargo de deputado na Assembleia da República. A socialista criticou ainda a mesa e o executivo municipal de serem contra a democracia por criarem obstáculos à participação dos socialistas nas sessões dos dois órgãos autárquicos.
Estas palavras irritaram o presidente da Assembleia que disse que não aceitava “lições de democracia” de Lúcia Silva. Mota Faria fez ainda as contas para rejeitar as acusações da socialista, garantindo que nos últimos anos as sessões da Assembleia decorreram, na sua maioria, às segundas e sextas-feiras.
O presidente da Câmara, Fernando Ruas, refutou também as críticas, dizendo que “não é uma deputada qualquer” que coloca em causa o trabalho levado a cabo pelo município, que sempre respeitou o poder local.
Pedro Alves, deputado do PSD, também entrou na discussão, dizendo que era ele que se adaptava às sessões da Assembleia e não o contrário. O social-democrata devolveu ainda as críticas, acusando os socialistas de ocuparem tudo no aparelho do Estado.
Ainda na reunião da Assembleia Municipal de Viseu, o deputado do PSD Pedro Alves defendeu que o presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Tondela Viseu “não merece confiança” por “ter mentido deliberadamente” em relação ao Centro de Ambulatório e Radioterapia, cujo projeto para a construção do edifício foi lançado a concurso público há uma semana.
O social-democrata defendeu ainda que a obra só avança porque os autarcas da região centro abdicaram de financiamento comunitário e sinalizaram o projecto como prioritário.
Já Lúcia Silva disse que a obra vai acontecer com o PS no poder, ao contrário do PSD que nada fez, falando numa “vitória para todos”.
No início da sessão, o presidente da Assembleia Municipal lamentou que a direção do Centro Distrital da Segurança Social ainda não tenha marcado uma data para uma reunião que foi pedida há meses.
Nos trabalhos que estão a decorrer durante esta manhã, os deputados da Assembleia aprovaram ainda uma proposta da deputada do Bloco de Esquerda, Lúcia Vilhena, que recomendou ao executivo municipal a gratuitidade dos transportes públicos para jovens até aos 23 anos, idosos, desempregados e pessoas com deficiência.