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Divergências entre irmãs na origem do homicídio em Castro Daire

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 Divergências entre irmãs na origem do homicídio em Castro Daire - Jornal do Centro
07.05.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Divergências entre irmãs na origem do homicídio em Castro Daire - Jornal do Centro
07.05.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Divergências entre irmãs na origem do homicídio em Castro Daire - Jornal do Centro

O crime cometido a 23 de fevereiro em Vila Pouca, no concelho de Castro Daire, foi motivado por divergências entre a vítima e a irmã que acabou detida. A polícia avança que tudo foi premeditado.

A Polícia Judiciária (PJ) já deteve dois homens e a irmã que mataram a mulher de 53 anos.

A irmã da vítima mortal e o companheiro foram detidos por terem planeado e encomendado o assassinato, segundo avançou o Correio da Manhã. A mulher acabou por ser encontrada na cama morta por um dos filhos, deitada de barriga para baixo.

Alice Madureira e António Barros, de 44 e 47 anos, combinaram matar Maria Celeste, irmã de Alice, e recorreram ao serviço de um outro homem, de 32 anos. Os três foram detidos pelos crimes de homicídio qualificado, furto qualificado e detenção de arma proibida.

No dia do crime, os suspeitos esperaram que o companheiro da vítima saísse de casa e surpreenderam-na sozinha, matando-a com um tiro nas costas e usando uma almofada para abafar o som do disparo. Depois, roubaram vários artigos na casa, incluindo ouro e dinheiro, para simular que se tinha tratado de um assalto que se descontrolou.

A irmã e o cunhado da vítima e o cúmplice fugiram do local, conseguindo que ninguém os tivesse visto nas imediações da casa e deixando poucos vestígios.
A descoberta do crime deu-se porque a vítima faltou ao trabalho no lar da Santa Casa da Misericórdia de Castro Daire. Várias pessoas ligaram para o telemóvel ao longo do dia e nunca atendeu. No final da tarde foi o filho que se dirigiu à habitação e deu com a mãe morta.

As divergências entre as duas irmãs já eram conhecidas. Todos os detidos eram desempregados e já terão sido ouvidos no Tribunal de Viseu. Os inspetores da Polícia Judiciária contaram com a colaboração da GNR e da PSP de Viseu e de Lamego.

Os dois homens detidos já eram referenciados pela GNR por tráfico de droga e comércio ilegal de armas de fogo.

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